Disseram que ele nunca seria capaz de ler nem amarrar os sapatos. Hoje descobriram que ele tem o QI mais alto do que Einstein.

Disseram que ele nunca iria aprender a amarrar os sapatos. Hoje, ele está muito próximo de ganhar um Prêmio Nobel. O que aconteceu nesse meio tempo? Esforço da vítima, dedicação da família e a comprovação de um sistema falho de previsão educacional.

A história começa quando Jacob Barnett, nosso gênio, ainda tinha 2 anos. Ele foi diagnosticado com autismo moderado e considerado um caso perdido para os médicos. Segundo eles, o garoto provavelmente nunca teria capacidade de falar, ler ou executar atividades diárias básicas.

Doze anos depois, Barnett é estudande de mestrado, um futuro PdH em física quântica e, segundo a BBC, dono de um QI de 170.

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Ainda com 10 anos, Barnett surpreendeu os professores e alunos da Universidade de Indiana. Sua inteligência espetacular fez com que os docentes acreditassem que ele seria capaz de, um dia, refutar a teoria da relatividade de Einsten. Essa história tem sido de enorme contribuição para sensibilizar e acabar com mitos sobre o autismo. “Ele trabalha duro. Se supera todos os dias. Espero que ele inspire crianças a realmente fazerem alguma coisa”, diz Kristine Barnett, mãe do garoto, que escreveu um livro sobre essa história.

Vale muito a pena conferir a apresentação de Barnett no TedxTeen, em abril  de 2009. Ele faz tudo parecer muito fácil e transpira confiança, como em frases do tipo “pare de simplesmente pensar e faça!“.

E quando um guri de 14 anos faz isso ter sentido, talvez esteja realmente na hora de fazer. Assista:

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