Seleção Hypeness

Seleção Hypeness: 10 crianças e adolescentes empreendedores que vão inspirar você a criar seu próprio negócio

por: Brunella Nunes

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Ganhar dinheiro é uma busca eterna, seja para manter suas necessidades básicas, para realizar sonhos ou, em alguns casos, por ambição de ter mais e mais, na busca por uma vida confortável ou luxuosa. Uma grande onda empreendedora vem invadindo o mundo, e tem convencido muitos trabalhadores a largar seus empregos para investirem em ideias próprias. Na Seleção Hypeness de hoje, você confere o trabalho de 10 empreendedores jovens que podem inspirar na criação do seu negócio.

Ao que tudo indica, gastronomia, tecnologia e moda têm sido as grandes vertentes para se ganhar dinheiro ainda com pouca idade. O fato de deve ao acesso às ferramentas para transformar os hobbies em negócios e muitos adolescentes e até crianças começaram, desta forma, explorando o que gostavam de fazer e então ganhando dinheiro com isso.

Pode parecer um sonho muito distante, mas na verdade não é. Com tempo, paciência e muita ralação, é possível alcançar voos altos dentro do mercado, especialmente se você analisar as falhas e ausências que ainda existem, criando novas oportunidades para si mesmo.

Conheça abaixo a história de algumas pessoas que, desde cedo, acertaram no rumo de suas vidas:

1. Noa Mintz

Aos 15 anos, a norte americana Noa Mintz tornou sua frustração em negócio. Depois de ter dificuldades em encontrar uma babá da qual gostasse durante a infância, sua mãe ter finalmente achou uma “perfeita”, que acabou indicando aos colegas. O boca a boca acabou dando à adolescente uma ideia genial, criando então a agência de babás Nannies by Noa, que conecta mães e babás, que já passaram por uma entrevista e têm referências verificadas. A jovem fatura cerca de US$ 500 mil por ano.

NoahMintz

2. Vanessa Pedreira e Ricardo Rosa

De olho na ausência de guloseimas brasileiras fora do país, o casal Vanessa Pedreira e Ricardo Rosa criou o Petisco Brazuca, um serviço de delivery de salgados brasileiros em Nova York, quando ambos tinham apenas 25 anos de idade.  Coxinha, incluindo versão vegana, pão de queijo, kibe e risoles são algumas das delícias no cardápio, que chega a ter cerca de 20 mil unidades vendidas por mês. O faturamento com essa delícia de negócio chega a quase meio milhão de reais.

3. Cory Nieves

O negócio do norte americano Cory Nieves surgiu por necessidade, quando ele tinha menos de 10 anos. Cansado de esperar o ônibus escolar todos os dias, queria que sua mãe comprasse um carro e ambos começaram a vender cookies naturais e sem conservantes, e chocolate quente. Vendidos a US$ 1 em Nova Jersey, os cookies fizeram tanto sucesso que chegaram a dar US$ 1.000 de lucro por fim de semana, abrindo as portas para sua própria marca, a Mr. Cory’s. Estiloso que só ele, sonha em estudar naUniversidade de Princeton e ter sua própria grife de roupas.

4. Lorena Fornaciari

Outra brasileira que investiu na culinária é a capixaba Lorena Fornaciari, que aos 22 anos já faturava R$ 600 mil por mês com a venda de mini coxinhas a R$ 1. Conhecida como a “Rainha das Coxinhas”, ela fundou a empresa Zé Coxinha em 2011 junto com a família, investindo inicialmente R$ 60 mil no negócio. Hoje existe uma rede de franquias da Lorena, que vende várias outras frituras a preços populares, e já conta com 58 lojas espalhadas pelo país.

Brasileira ganha R$ 600 mil por mês vendendo coxinhas a R$ 1,00

5. Asia Newson

Com apenas 5 anos de idade, a norte americana Asia Newson já ajudava o pai a vender velas. Aos 11 anos, tomou seu próprio rumo nos negócios ao criar a Super Business Girl, onde vende “as melhores velas do mundo” e ainda incentiva outras crianças a empreenderem. Ela investe seu próprio dinheiro para ajudá-las a encontrarem e desenvolverem seus talentos. Ou seja, se seu filho ou filha se interessa pelo o que você faz, é melhor explicar direitinho e deixar que suas ideias fluam.

6. João Camargo

O gosto pela culinária pegou o brasileiro João Camargo logo cedo, aos 8 anos de idade, quando começou a fazer seus próprios biscoitos. Como a maioria das crianças, ele queria comprar um cachorrinho e passou a usar seu dom na cozinha a seu favor, vendendo doces, partindo então para naked cakes e outras sobremesas disponíveis na marca própria Do João, que fundou aos 13 anos de idade. Com o sonho futuro de estudar na França e atualmente participando do programa Que Marravilha!, do canal GNT, ele parece estar no caminho certo para se tornar ainda maior na gastronomia.

7. Moziah Bridges

O norte americano Moziah Bridges passou a fazer o maior sucesso depois de vender gravatas borboleta feitas por ele. Cheio de estilo, o garoto começou a faze-las aos 9 anos de idade para uso próprio, passando a vende-las depois de um tempo em sua própria empresa, a Mo’s Bow’s. Feitas a mão, as gravatas ganharam fama e já renderam mais de US$ 30 mil para o bolso de Moziah.

8. Gabriel Benarrós

Aos 23 anos, o amazonense Gabriel Benarrós investiu em tecnologia para fundar o Ingresse, plataforma de venda de ingressos para festas universitárias, shows e baladas. Formado na Universidade de Stanford, no Estados Unidos, teve um professor como investidor-anjo e chegou a faturar R$ 2,3 milhões em apenas 8 meses de empresa em funcionamento.

9. João Pedro Miranda Caldas

O brasileiro João Pedro Miranda Caldas, o MiriM, começou a mexer na câmera fotográfica do namorado da mãe e pegou gosto pela ferramenta. Vivendo em Paris, passou a tirar fotos pela cidade e vende-las em seu site por pelo menos 5 euro – ou R$ 20 -, valor que paga a impressão e o envio. Com isso, acaba juntando dinheiro para investir em novos equipamentos e continuar aprimorando sua arte. Ele pode não estar milionário, mas já está construindo seu caminho sozinho e investindo no que ama fazer.

10. Erik Finman

De olho em oportunidades futuras e tendências, o jovem norte americano Erik Finman resolveu investir nas chamadas bitcoins, moedas virtuais que dispensam cartão de crédito e burocracia. Depois de ganhar mil dólares que ganhou da avó, não parou mais de fazer dinheiro, aplicando nas bitcoins, que lhe renderam US$ 100 mil. Com a grana, fundou sua própria startup, a Botangle, uma plataforma online que conecta estudantes e especialistas via videoconferências, levando o aprendizado para fora da sala de aula.

Todas as fotos: Divulgação

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Brunella Nunes
Jornalista por completo e absoluto amor a causa, Brunella vive em São Paulo, essa cidade louca que é palco de boa parte de suas histórias. Tem paixão e formação em artes, além de se interessar por ciência, tecnologia, sustentabilidade e outras cositas más. Escreve sobre inovação, cultura, viagem, comportamento e o que mais der na telha.

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