Experimento social inspirador mostra o que há em comum nos arrependimentos das pessoas

Tanto quanto respirar, crescer e comer, arrependimentos são parte inevitável da vida. O escritor norte-americano Arthur Miller dizia que que o melhor que temos a fazer é procurar os arrependimentos certos.

Um experimento, realizado pelo grupo de mídias sociais A Plus na cidade de Nova Iorque, convida os transeuntes a dividir justamente essa angústia: qual é seu maior arrependimento?

Um quadro negro foi pendurado em uma praça por um dia inteiro, onde podia se ler o convite: escreva aqui seu maior arrependimento. Conforme as respostas foram preenchendo o quadro, ficou claro que, se por um lado os remorsos podem ser diversos e específicos, havia um elemento comum à maioria dos relatos: coisas que não haviam sido feitas. Palavras não ditas, desculpas não oferecidas ou não aceitas, sonhos abandonados, chances desperdiçadas.

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Questionar-se sobre nossos maiores arrependimentos é algo tão atávico quanto os arrependimentos em si. O experimento nos convida a materializar, dividir e enfrentar essas angústias para que elas justamente não se repitam – e possamos assim tocar nossas vidas, fazendo as coisas, e buscando encontrar os tais melhores arrependimentos possíveis.

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"Não dizer 'Eu te amo'"

“Não dizer ‘Eu te amo'”

"Nunca correr atrás dos meus sonhos"

“Nunca correr atrás dos meus sonhos”

"Não se envolver"

“Não se envolver”

"Não ter estudado medicina"

“Não ter estudado medicina”

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Em reportagem recente, o Hypeness mostrou uma fotógrafa que registou pessoas segurando cartazes com seus maiores arrependimentos. Relembre.