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Estrela de filmes pornô abandona a indústria e revela os efeitos devastadores no seu corpo e sua cabeça

por: Redação Hypeness

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Ainda que muitas vezes os filmes se pareçam intensamente com a realidade, é evidente que basta ligar as câmera para que a realidade saia de cena. No caso da indústria pornô esse dilema é ainda mais claro e óbvio. Se basta estar vivo, atento e sensível para se ter certeza de que as ereções infinitas e o prazer galopante que os atores e atrizes pornôs exibem em seus filmes não tem qualquer relação com a vida real, o terrível efeito da manutenção dessas práticas e corpos, esses são bastante verdadeiros – mas não aparecem nos filmes.

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É isso que hoje revela o ator Christopher Zeischegg, conhecido no meio como Danny Wylde. Depois de mais de 600 cenas de sexo, faturando até 4 mil dólares por uma semana de trabalho com homens e mulheres, ele decidiu abandonar a indústria, cansado de lidar não só com o estigma (em especial por também contracenar com homens), mas pelos efeitos que o uso de remédios contra disfunção erétil vinham lhe causando.

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Ao longo de oito anos de carreira, eu parei na emergência de hospitais por três vezes, todas por priapismo [quando o pênis ereto não consegue retornar ao seu estado flácido habitual]. Depois da terceira vez, o médico me disse que, se eu continuasse a usar remédios para manter a ereção, eu poderia causar danos irreversíveis ao meu pênis – até mesmo impotência. Larguei o pornô no dia seguinte”, ele disse.

Tendo começado com 20 e poucos anos, o uso do remédio se dava mais por uma necessidade psicológica do que fisiológica – por pura ansiedade de cumprir expectativas.

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Hoje com 31 anos, Christopher está estudando cinema e começando sua própria produtora de video – assim como investindo em uma marca de molhos picantes. E só depois de algum tempo tendo abandonado a indústria que ele começa a se acostumar novamente com seu corpo e sexualidade.

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Eu criei essa ideia de mim mesmo, e não queria decepcionar as parceiras e parceiros, ou que eles pensassem que eu não era uma ‘estrela pornô’ na cama” – , o que ilustra bem o tipo de má impressão que os filmes podem causar no espectador comum.

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© fotos: Instagram


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