Desafio Hypeness

Desafio Hypeness: O que aprendi dando caronas criativas durante uma semana

por: Camila Garófalo

Patrocinado por: Canal Ford EcoSport

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“Transforme sua imaginação em ação”. A campanha do novo Ford EcoSport – com câmbio automático e teto solar (uau!) – nos deu a chance de viver dentro deste conceito. Nasceu então o “Desafio Hypeness: Caronas Criativas”, que é possível que você tenha visto no nossos stories do Instagram na semana passada.

Pois, bem, fui chamada para entrevistar, durante toda a semana, empreendedores que impactam a sociedade todos os dias com seus projetos. Sim, gente que transforma a imaginação em ação nas mais diversas áreas. De todas as idades, de todas as finalidades. Alinhei meus contatos e convidei gente bem maravilhosa, vamos ser honestas… Tive o prazer de dar carona para a rapper Luana Hansen, para a empresária Deborah de Mari, para a sommelier Beatriz Ruiz, mas também para as irmãs figurinistas Gabriela e Ana Carolina Cherubini e para a florista Marina Gurgel.

De segunda a sexta, cada dia com uma companhia nova para dar uma voltinha de carro comigo. Imaginando e dirigindo. Conversando e aprendendo.  Quantas ideias, quanta criatividade!

Este texto aqui é para mostrar um pouco do meu aprendizado sobre o universo da música, dos negócios, da moda, da sustentabilidade, e de tudo mais que envolve estas personagens especiais que fazem os projetos saírem do papel e ganharem as ruas.

Vamos começar? Então, embarca comigo!

Desafio Hypeness: O que aprendi dando caronas criativas durante uma semana

Dia 1: Segunda-feira, 16 de outubro


Na segunda, combinei com a rapper Luana Hansen de buscá-la em Pirituba, zona norte de São Paulo. É lá onde a Luana cresceu e vive até hoje. Quando cheguei, a Luana me convidou para entrar e mostrou o estúdio que montou sozinha para desenvolver – sozinha – suas canções. Tudo na raça, com a força da música e das atitudes dela.

Luana foi pioneira em gravar e produzir seu próprio álbum num estúdio montado por ela: “Cresci na quebrada, foi onde conheci o rap há mais de 17 anos. Economizo muito por ter meu próprio espaço pra gravar minhas coisas, por isso tenho tantas músicas lançadas”.

Quando pergunto para a Luana qual a maior inovação tecnológica mudou sua vida, ela logo mostra seu tablet: “Nele eu posso compor uma música se eu estou no metrô, por exemplo, não preciso de muitas ferramentas pra fazer meu esquema acontecer”.

O que aprendi com Luana, além da história de vida, tem a ver com o “faça você mesmo” e de como é possível alcançar os próprios objetivos de maneira independente. Inclusive, mandando a rima dentro do metrô no tablet! Ela não para nunca!

Desafio Hypeness: O que aprendi dando caronas criativas durante uma semana

Dia 2: Terça-feira, 17 de outubro

Terça-feira também fui em direção à zona norte, já próximo à Guarulhos, me encontrar com a Deborah de Mari, pesquisadora nas áreas de Liderança, Habilidades do Século XXI e o Futuro da Educação.
Sim, é isso mesmo. A Deborah tem um montão de nomenclaturas legais, né?

Após comandar equipes em grandes empresas como Natura, Locaweb e Walmart.com, Deborah entendeu que seu instinto era para tomar frente das ações. Mas precisava pensar em focar seus esforços. Surgiu, então, o projeto Força Meninas, uma escola de liderança para… meninas!

Desafio Hypeness: O que aprendi dando caronas criativas durante uma semanaDo Ensino Fundamental ao Ensino Médio, a autoestima das meninas cai três vezes mais que dos meninos” pontua Deborah, elucidando o potencial de impacto positivo de seu projeto.

Ela explica melhor o que pretende:Empoderar meninas, ensinando habilidades que ajudarão elas a saberem quem são e como expressar todo o seu potencial. Se elas estiverem capacitadas, vão conseguir criar uma mudança no mundo.”

O que aprendi com Deborah foi sobre a importância de tomar iniciativas e se colocar no mundo como uma cabeça pensante. “As pessoas sempre me diziam que eu tinha forte senso de liderança e imaginação, resolvi fazer alguma coisa com isso”, reforça Deborah.

Seu projeto faz ainda mais sentido quando ela diz que “grande parte das características de liderança que a gente só quer aprender na vida adulta são desenvolvidas na infância, como a capacidade de comunicação a assertividade e o controle das emoções”.

Cá entre nós, tem que ter coragem de largar uma empresa gigante para colocar em prática um sonho. E é um sonho tão legal o da Deborah, né?

Dia 3: Quarta-feira, 18 de outubro

Chegou a vez das irmãs Cherubini, que trabalham com figurino e moda sustentável. Gabriela é idealizadora do Ateliê Vivo, um projeto que ensina as pessoas a costurarem as próprias roupas na Casa do Povo, no Centrão de São Paulo.
“Hoje, a indústria têxtil é uma das que mais poluem e ainda se utilizam de trabalho escravo. É preciso reverter esse quadro repensando os hábitos de consumo”, me ensinou a Gabi. E garantiu: “A ideia é ter autonomia”.

Desafio Hypeness: O que aprendi dando caronas criativas durante uma semanaJá Ana Carolina é sócia-fundadora do Imã Cósmico, um coletivo que mantém junto à ceramista Erika Dantas, para ensinar bordado às crianças e aos adultos. Além disso, elas customizam roupas e também repensam a maneira de consumo dentro do conceito de upcycling, o processo de transformar resíduos ou produtos considerados inúteis e descartáveis em novos materiais ou produtos de maior valor, uso ou qualidade. Você deve ter lido um montão sobre isso aqui no Hypeness, né?

Com Ana e Gabi, aprendi a dar valor ao meu próprio consumo, analisando sempre se estou desperdiçando roupas e acessórios, se estou comprando mais do que deveria e se é possível reutilizar aquilo que já tenho.

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Dia 4: Quinta-feira, 19 de outubro

A Marina Gurgel foi a responsável por colorir aquele dia ensolarado na VIla Madalena, na zona oeste de São Paulo. Sócio-fundadora da loja A Bela do Dia, ela largou a carreira como jornalista para empreender num negócio que nos esquecemos o quanto nos faz bem: flores.

Para sobreviver no mercado, o diferencial é o cuidado na hora de compor cada arranjo. Cada detalhe vale. Claro, tudo com flores muito bem cuidadas, frescas, cheirosas. Para dar sentido ao seu negócio, Marina decidiu que as entregas seriam feitas exclusivamente usando bicicletas. “A gente começou vendendo flor na rua. Hoje a gente tem um ateliê e sete bicicletas. Agora temos estrutura”, diz ela, que largou a carreira de jornalista para se jogar no seu sonho de montar o próprio negócio.

Desafio Hypeness: O que aprendi dando caronas criativas durante uma semanaO que eu aprendi com ela é que se jogar de cabeça na sua ideia, às vezes, é o melhor a se fazer. “Não tínhamos um business plan quando começamos e deixamos nos levar ao invés de criar um formato fechado ou ficar preso nele. Quis mudar de vida e de carreira, pois queria me sentir mais completa. Queria mais!”, resume.  

No site de sua loja nos deparamos com frases assim: “As flores não são meros enfeites, elas contém ensinamentos que falam sobre as grandes belezas em pequenos detalhes”.

Dar valor ao detalhes e praticar o desapego. Foram as minhas lições numa ensolarada tarde de quinta-feira. Obrigada, Marina!

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Dia 5: Sexta-feira, 20 de outubro

Para fechar com chave de ouro, levei Beatriz Ruiz, sommelier da Ambev, para dar uma volta de EcoSport até a Goose Island, cervejaria que fica no Largo da Batata, em Pinheiros, e que abriga o grupo Sisterhood, projeto que Bia criou ao lado de outras mulheres para inovar e refrescar as ideias no universo cervejeiro. “A ideia é juntar mulheres do mundo que gostam de cerveja e as que não gostam também”, contou para os stories do Hypeness.

Desafio Hypeness: O que aprendi dando caronas criativas durante uma semanaAo longo do ano, a Sisterhood lança cervejas que homenageiam mulheres influentes no Brasil, como a Enedina, nome da primeira mulher negra a se formar em engenharia no país. A renda é revertida para instituições e projetos sociais.

Falamos também sobre como foi gerir um projeto desses dentro de uma grande empresa e como é promover a inovação em ambientes competitivos. E, bem, na verdade o Sisterhood é um encontro com a história, né, Bia? “Nós é quem criamos a cerveja. Acredita-se que foi uma mulher que esqueceu essa cesta de grãos no campo e, depois de chover e fazer sol, os grãos foram fermentados”, explica.

Quando perguntei pra ela de que maneira tomou a decisão de largar o marketing para viver de cerveja, ela respondeu: “Fiz vários cursos na área e me joguei. Não consigo me imaginar fazendo outra coisa. Eu adoro trabalhar com isso”.

Com ela, aprendi que o céu é o limite. E que dá para tentar inovar em um ambiente que as vezes não parece tão receptivo às novas ideias.

Poxa, que pena que acabou tão rápido…

Desafio Hypeness: O que aprendi dando caronas criativas durante uma semana

*“O sentido da vida é encontrar o seu dom. O objetivo é presenteá-lo aos outros”. A frase é atribuída ao mestre Picasso, mas poderia ser a epígrafe do canal especial que o Hypeness criou em parceria com a Ford. Aqui acreditamos que todo ser humano é uma mente criativa em potência, com coisas novas para trazer para o mundo, e por isso contaremos essas histórias, de pessoas que souberam transformar a imaginação em ação. Aqui não falaremos de sonhos, mas de objetivos que, cedo ou tarde, teriam que ser concretizados. Não fuja dos seus.

Para saber mais, clique aqui e para conhecer o novo Ford EcoSport, siga este link.







Camila Garófalo

Camila Garófalo é cantora, compositora e publicitária. Produz sua própria carreira e escreve sempre que sente vontade. Tem um único vício: comunicar-se.