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Digaê, rei! 10 lugares que representam muito bem a cultura baiana em São Paulo

por: João Vieira

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Os baianos são o maior grupo imigrante de São Paulo. São cerca de 1,7 milhão de naturais da “boa terra” vivendo na capital paulista, o que faz dela a segunda cidade mais populosa “da Bahia”, perdendo apenas para Salvador, com 2,6 milhões de residentes.

Essa forte imigração para São Paulo fez com que a Bahia espalhasse sua cultura em solo paulistano.

Os locais vão muito além dos conhecidos restaurantes, com casas de cultura, centro de tradições e oficinas de capoeira.

Fizemos uma seleção abaixo com locais que você precisa uns dias pra conhecer.

1. Digaê Bar e Bahia 

Digaê (Foto: Divulgação)

Para muitos, o melhor estabelecimento de culinária baiana residente em São Paulo, o Digaê está no coração da rua Augusta, na altura do número 1150. O local serve acarajé, abará, cachaças baianas e cerveja gelada com decoração temática, fazendo os soteropolitanos, em especial, se sentirem em casa. É bem pequeno, mas muito aconchegante.

2. Tabuleiro do Acarajé 

Tabuleiro do Acarajé (Foto: Facebook/Reprodução)

O bar tem como especialidade o lanche mais famoso entre turistas que visitam a Bahia, além de ser um pontinho aconchegante que respira cultura baiana. Ele fica perto da Universidade Mackenzie, na Santa Cecília.

3. Acarajé da Inês 

O Acarajé da Inês (Foto: Divulgação)

O antigo Acarajé da Dona Inês segue resistente na Vila Medeiros, zona norte, onde Inês desembarcou vinda da Bahia e começou a vender suas receitas em uma barraquinha.

4. Casa da Bá 

A Casa da Bá serve pratos deliciosos. (Foto: Facebook/Reprodução)

Próximo do Centro Cultural Vergueiro, o local só trabalha com reservas e fica “escondido” dentro da baiana Hélia Bispo, também conhecida como Bá, que abre as portas para a população. Se quiser encontrar uma carne de sol legítima, esse é o lugar.

5. Quilombolas de Luz 

Aula no Quilombolas de Luz. (Foto: Divulgação)

Na Bela Vista, a casa é uma das mais famosas quando o assunto é capoeira. Eles são parceiros de locais como o Grupo Olubayo, do qual faz parte o professor Gugu, que também trabalha com os Quilombolas.

6. Rota do Acarajé 

O Rota do Acarajé. (Foto: Divulgação)

Na Santa Cecília, o Rota do Acarajé é famoso entre o público mais jovem. O bar serve cachaças, cerveja gelada e camarão seco, que, na Bahia, se vende em sacos plásticos generosos e por um precinho bem camarada.

7. Soteropolitano 

Soteropolitano. (Foto: Divulgação)

O restaurante é típico para quem busca refeições fartas. Está localizado na Vila Romana e costuma ter a aprovação dos baianos legítimos.

8. Casa Mestre Ananias 

Sessão na Casa Mestre Ananias (Foto: Divulgação)

Um resistente polo de cultura baiana localizado na Bela Vista, a Casa Mestre Ananias organiza eventos que reverenciam as religiões afro, tão populares na Bahia, e datas relevantes no calendário do estado, sempre em sincronia com o que acontece por lá, como a festa de Yemanjá em 2 de fevereiro e da independência da Bahia, em 2 de julho.

9. Consulado da Bahia 

O Consulado da Bahia. (Foto: Divulgação)

O Consulado é um dos locais favoritos de paulistanos que buscam conhecer um pouco mais da cultura baiana. Localizado na rua dos Pinheiros, tem ambiente informal, com cara de bar e decoração que remete aos mais tradicionais símbolos da Bahia.

10. Centro de Tradições Nordestinas 

Centro da Tradições Nordestinas. (Foto: Divulgação)

O CTN é o local ideal para qualquer nordestino residente em São Paulo se sentir em casa. É conhecido por abrigar festas, shows, feiras e os mais variados representantes de toda a cultura do Nordeste, da Bahia inclusive. Lá é o local ideal para quem busca receitas baianas difíceis de encontrar, como o camarão seco, a carne de sol e a manteiga de garrafa. No ponto de vista cultural, as atrações do CTN tomam como referência o povo do sertão, mostrando uma ótica diferente de capitais como Salvador, por exemplo, e apresentando uma parte desvalorizada da tradição nordestina.


João Vieira

Com seis anos de jornalismo, João Vieira acredita na profissão como uma ótima oportunidade de contar histórias. Entrou nessa brincadeira para dar visibilidade ao povo negro e qualquer outro que represente a democracia nos espaços de poder. Mas é importante ressaltar que tem paixão semelhante pela fofoca e entretenimento do mais baixo clero popular.

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