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Demitido do Google por manifesto misógino, engenheiro diz que foi ‘discriminado’

por: Redação Hypeness

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Talvez você se lembre do caso do funcionário do Google que foi demitido em agosto do ano passado após escrever um manifesto afirmando, entre outras coisas, que “mulheres são seres biologicamente inferiores“. A misoginia presente no discurso de James Damore foi vista pelo executivo-chefe do Google, Sundar Pichai, como uma violação do código de conduta da empresa, levando à demissão do engenheiro.

Após o incidente, James apresentou uma ação contra a gigante de buscas por “demissão improcedente”. Agora, o mesmo engenheiro decidiu levar as coisas ainda mais longe e, ao lado de David Gudeman, outro ex-funcionário demitido pela empresa, está alegando ter sofrido discriminação por apresentar uma política conservadora, bem como “por seu gênero masculino e raça branca”.

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Embora ninguém esteja sabendo bem como lidar com o homem-branco-discriminado, o ex-engenheiro afirma ainda que o Google seria hostil ao pensamento conservador e estaria punindo a ele e a outros funcionários por seus pontos de vista. Segundo a Wired, o processo inclui 86 páginas de discussões em fóruns internos do Google que são apresentadas como evidências dos comportamentos anti-caucasianos da empresa e deveriam servir como prova do preconceito sofrido por “homens brancos” (cof-cof!) no local de trabalho.

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As declarações de James, além de completamente fora da realidade exageradas, vão contra os números do Google. De acordo com os índices de diversidade divulgados recentemente pela companhia, 69% de seus funcionários são homens e 59% deles são brancos. A empresa está até mesmo sendo denunciada por disparidade salarial por pagar menos para mulheres do que para homens em cargos similares.

Foto destaque: Unsplash


Redação Hypeness

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