Arte
Se você já tentou aprender uma língua que não utiliza o nosso sistema alfabético, sabe o quão difícil pode ser. Para quebrar essa barreira, a empresária Shao Lan criou uma forma simples e interessante de ensinar o significado de alguns caracteres chineses: ilustrações que, assim como peças de LEGO, podem se juntar com outras e criar frases e expressões.

É preciso uma boa dose de paciência para fazer um trabalho que já dura há 34 anos, cerca de 3 mil horas, e com mais de 100 mil palitos de dente. Scott Weaver teve-a e criou Rolling through the Bay, uma incrível viagem pelos símbolos da cidade de San Francisco.

Julien “Seth” Malland é um artista de rua francês, mais conhecido por Seth Globepainter. Percebe-se porquê: grafiteiro do mundo, ele viaja por países tão distintos quanto Bélgica, Chile ou Cambodja para criar murais gigantes, envolvendo a comunidade local.
Acredite se puder: Heather Dewey-Hagborg é uma artista americana para quem uma simples ponta de cigarro ou um velho chiclete achadas no chão podem acabar em arte. Partindo do DNA de objetos jogados fora, ela recria o rosto das pessoas em 3D.
A ideia é do fotógrafo Clayton Cubitt mas rapidamente se espalhou, dando origem a algumas réplicas. Hysterical Literature é uma série de vídeos de mulheres lendo textos, com passagens eróticas ou não, ao mesmo tempo que são estimuladas por um vibrador. Atingindo o clímax, elas mostram “o dualismo entre o corpo e a mente”.
Uma história de amor de grande beleza, mas absolutamente devastadora. Assim é A Mother’s Journey, a série fotográfica vencedora de um Prêmio Pullitzer, da autoria de Renée C. Byer. Durante um ano, a fotógrafa acompanhou a luta de uma mãe, Cyndie French, contra o câncer de seu filho, Derek, com apenas 10 anos de idade.
Já lá vão mais de 10 anos desde que o Carandiru começou a ser desativado, em 2002. A fotógrafa Luciana Cristhovam esteve lá em 2005, altura em que ainda era possível ver as pinturas e as frases deixadas pelos presos nas suas minúsculas celas.












