Arte

Registramos o melhor da 2ª Bienal Graffiti Fine Art para você

por: Redação Hypeness

Pela segunda vez, o MuBE – Museu Brasileiro da Escultura, abre suas portas para a realização da Bienal Internacional Graffiti Fine Art – uma exposição que tem como foco principal, levar diferentes vertentes da arte de rua para dentro de um museu. Sem passar por filtro conceitual ou temático, a 2ª Bienal Internacional Graffiti Fine Art tem a presença de 51 nomes inéditos nacionais e internacionais com curadoria de Binho Ribeiro, um dos pioneiros da arte de rua no Brasil. A equipe do Hypeness esteve presente na vernissage e mostra o porquê você deve visitar esta exposição.


Skorface

Sem favoritismo, Binho Ribeiro afirma que a escolha dos artistas implicou na representação da origem e da nova geração da cultura de rua. Na edição deste ano, a Bienal é composta por murais coletivos e individuais, instalações e esculturas.

São artistas de norte a sul do Brasil e nomes internacionais como o francês Kongo e o americano Daze, ambos pioneiros do grafite em seus países.


Daze


Daze


Kongo

Na parte interna do museu, um mural composto por 15 artistas repete a essência que este tipo de arte representa nas ruas: compartilhamento de espaço, interação, colaboração, união e mistura.

Feik inicia sua arte com abelhas em um mural e termina com uma escultura: “É um desafio trazer para o tridimensional algo que eu só faço com spray e no papel.

O paulista Crânio sai um pouco do seu convencional e apresenta uma instalação com esculturas onde ele apresenta uma oca indígena para combinar com a selva urbana.


Crânio


Crânio


Crânio

O potiguar Sola montou dois bonecos articulados com o intuito de fazer as pessoas interagirem como uma batalha de rimas: “Os dois bonecos enormes tem a finalidade de fazer o visitante usar a imaginação e fazer uma batalha de mc´s, trazendo para dentro da Bienal, a cultura Hip-Hop da arte de rua nova iorquina.”


Sola


Sola

O grafite de Speto é uma homenagem ao artista chileno Selarón, autor da instalação mutante de azulejos coloridos nas escadarias da Lapa, no Rio de Janeiro. Uma das principais obras da cidade: “A interferência urbana do Selarón tem muitas qualidades. Ele conseguiu mudar a cara de um lugar que não era um cartão postal. O grafite também tem esse poder de levar alegria e cor para lugares monótonos.”


Speto


Nunca


Daniel Mellin


Finok


Shalak


Paulo Ito


Paulo Ito


Noe Two


AIRA


Escultura de 4 metros por MINHAU


Alme


Galo


Galo


BGOD


Mazu Prozak


KJ 263


Frank


Eder Muniz


Fefe Talavera


DYTCH66, PHIL e KRESS


ECO


Kar


ECB


Sinhá


Case Maclain + Lazoo

O Graffiti é um movimento artístico que vem se consagrando mundialmente. É a manifestação mais legítima e significativa da arte contemporânea. Nada é mais atual. A passagem  das ruas para as paredes da Bienal no museu se torna uma oportunidade para que as obras possam ser apreciadas de uma maneira mais intimista e valorizada. Uma consagração merecida, pois como arte que é, está em constante desenvolvimento em sua técnica, conceito e suporte. Uma Bienal se torna pertinente para analisarmos e compararmos todos os seus avanços.” – diz Renara Junqueira, Diretora de Relações Internacionais e de Coordenação do MuBE.

:: Todas as fotos por Rogério Setembre ::

A 2ª Bienal Internacional Graffiti Fine Art começa hoje, 22 de Janeiro e vai até 24 de Fevereiro.

| Serviço:
MuBE – Museu Brasileiro da Escultura
2ª Bienal Internacional Graffiti Fine Art
De 22 de janeiro a 24 de fevereiro de 2013
Av. Europa, 218, São Paulo
Tel.: 11 2594-2601
mube.art.br
Horário de funcionamento: terça a domingo, das 10h às 19h
GRÁTIS!

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