Empreendedorismo

A fantástica fábrica dos Indie games

por: Fabio Barros

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Desde que a geração online de games foi introduzida no mercado, um pequeno grupos de pessoas, sem apoio de nenhuma publisher de games famosas, como Capcom, Konami e etc, criam jogos focados em inovação e atingindo o auge de sua criatividade sem restrição nenhuma, sendo o único limite a imaginação de seu criador. Esses são os chamados “Indie Games“.

A palavra “Indie” vem de independente, onde o próprio criador do jogo é dono de sua obra. Alguns conseguem ajuda com o Kick starter, site onde qualquer um pode ajudar o criador do jogo, fazendo doações de qualquer valor, e se o jogo não der certo ele recebe seu dinheiro de volta, ou se der certo e for produzido, o doador ganha pacotes de benefícios ou o próprio jogo que ajudou a construir. Os Indie games, geralmente, são jogos de muita qualidade e baixo preço, podendo ser encontrado na App Store, PSN, Xbox Live e também em alguns sites como o humble-bundle e steam.

Enquanto jogos ” Hack and Slash” (esmaga botão) como God of War e poderosas franquias como Resident Evil falham em inovação, o mercado Indie ganha cada vez mais espaço nos games e PCs do público, como os engenhosos Braid e Minecraft, o sombrio Limbo, o nostálgico e inovador Superbrothers: Sword & Sworcery EP, o pós apocalíptico Dead Light, o divertido Angry Birds e o indicado ao Grammy de melhor trilha sonora no ano passado, Journey.

Estamos no fim de uma geração de consoles e, com certeza, essa foi a geração dos Indie games, um mercado que só tende a aumentar com suas obras primas, assustando as grandes corporações que só se preocupam em fazer mais do mesmo.

 

Journey

Limbo

Superbrothers: Sword & Sworcery EP

Dead Light

Braid

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Fabio Barros

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