Inovação

A história do homem que ganha dinheiro abraçando as pessoas

por: Jaque_Barbosa

Travis Sigley dançava num clube de strip quando sua vida mudou por conta de um cliente: um homem que lhe pediu apenas que o abraçasse e conversasse com ele por um tempo. Travis, de 26 anos, percebeu que, com a solidão aumentando, essa era uma necessidade de um grande número de pessoas – assim nasceu a Cuddle Therapy.

Parece estranho que alguém viva de abraçar estranhos, mas é isso que faz Travis. Ele cobra 60 dólares por hora de terapia, em que ensina aos clientes como abraçar e ficar mais confortável tocando em outras pessoas de forma não-sexual. “Ao longo do ensino fundamental e ensino médio e superior, não há um foco nas pessoas com quem você está compartilhando a sala”, afirma.

Como resultado dessa cultura de distanciamento, muitas pessoas acabam petrificando em interações sociais, lutando contra o desconforto e a ansiedade. “Um monte de gente está realmente desconectada”. Soluções? Tocar estranhos é um começo, garante Travis. Isso é o que ele faz em seu acolhedor espaço, em San Francisco, Estados Unidos. O terapeuta do abraço estudou psicologia e salienta que a sua terapia é estritamente não-sexual.

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Travis conversa com seus clientes, enquanto lhes serve um chá, tentando entender que tipo de ajuda cada um precisa. Exercícios de respiração, meditação e até algumas massagens são os passos seguintes. Só depois vem o abraço. “Cabe a eles decidir se nos abraçamos em silêncio ou se falamos o tempo todo”, diz Travis.

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Ele garante ainda que as pessoas acabam se sentindo tão aliviadas e relaxadas que, “muitas vezes, adormecem e tiram um cochilo, o que é um luxo nos dias de hoje para um monte de profissionais “. 70% dos clientes da terapia do abraço são mulheres, entre os 25 e os 45 anos.

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