Empreendedorismo

Brasileiro cria startup de manutenção de computadores na qual o cliente decide quanto quer pagar

por: Vicente Carvalho

Já mostramos aqui no Hypeness a história do webdesigner na Filadélfia que parou de cobrar pelos seus serviços e continuou ganhando dinheiro (relembre aqui). Baseado no mesmo princípio, o brasileiro Robson Felix, 27 anos, lançou um site de serviços de ajuda em informática em que no final é você que decide quanto vai pagar, e se quiser.

TechBoy é uma empresa online que oferece serviços na área da informática, fazendo análises, diagnósticos e trazendo soluções para problemas técnicos comuns (como remover pragas virtuais, melhorar o desempenho da máquina, limpar softwares de propaganda, configurar roteadores, tirar dúvidas de informática) e também dá suporte para programação de websites.

Robson sempre gostou de ajudar as pessoas: quando possível, participava de projetos voltados para cultura, visitava creches e asilos em todas as cidades por onde viveu, como Arraial do Cabo, Búzios, Vassouras e Belo Horizonte. Ele trabalha desde os 18 anos com suporte técnico de informática e sempre amou o que fazia. Até que, cansado de viver dentro de um escritório, com reuniões pouco produtivas e brigando contra um sistema que era impossível mudar, decidiu fazer a mudança.

techboy

Seu suporte é feito remotamente, via chat, telefone ou Skype, para que tudo seja feito em total segurança para o usuário. Todo o acesso é registrado através de gravação de vídeo e disponibilizado via Painel de Controle em até 24 horas.

Importante: ele não possui acesso para baixar ou modificar arquivos pessoais. O vídeo é importante porque, se não for possível resolver o problema via internet, o TechBoy faz um laudo para a pessoa levar em um técnico local.

techboy2

Aos haters, que disseram que esse tipo de formato de cobrança nunca funcionaria com brasileiros, em conversa com Robson, apuramos que 80% das pessoas que solicitam o serviço dele efetuam o pagamento com o valor cobrado ou até um pouco mais, sendo que, esses 20% não são considerados “caloteiros”, pois o a startup dá a opção de não pagar.

Coincidentemente, assim que soubemos do projeto, precisamos de um suporte para uma ajuda em um website com plataforma wordpress (este post nunca foi referido no momento da demanda). Falamos com Robson pelo Skype e ele resolveu rapidamente o problema:

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No final, chega um e-mail conforme o print abaixo:

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Pagamento feito, problema resolvido. Simples assim.

E aí, até quando vai continuar dizendo que SÓ tem malandro aqui no Brasil?

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Vicente Carvalho
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