Hypeness
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por: Vicente Carvalho
Coisas que consideramos básicas, como acesso a internet, iluminação elétrica e medicamentos, são luxos em grande parte do mundo em desenvolvimento. Mas as inovações podem fornecer novos níveis de acesso a essas tecnologias e uma melhor qualidade de vida com implicações positivas sobre a saúde e o crescimento econômico dessas populações e do mundo.
Conheça sete dessas inovações e veja como muita coisa pode ser feita para potencializar a vida de grande parte da população:
1) A Lâmpada de Gravidade-Suspensa

Lâmpadas de querosene são muito usadas em países em desenvolvimento, mas apresentam perigos, como risco de queimaduras graves, infecções oculares, catarata, sem contar o vapor pouco saudável do querosene. Além disso, o custo do combustível pode acabar com 10 a 20% dos rendimentos das pessoas nos países em desenvolvimento.
A GravityLight produz uma luz ambiente de baixo custo e poderia ser a nova fonte de luz para essas áreas. Ela funciona através do aproveitamento da energia em níveis baixos de gravidade, com dois sacos cheios de terra ou pedras pendurados na lâmpada. A tensão gera energia cinética suficiente para ligar a luz por 28 minutos.
Foto: Site GravityLight
2) Telefone antigo, Programa novo

Smartphones não são comuns em países sub-desenvolvidos. A Frontline SMS Cloud permite que os usuários de telefones antigos enviem e recebam mensagens SMS e dados de qualquer lugar do mundo através de um software de código aberto que permite a comunicação instantânea entre um computador e um telefone móvel. Essa tecnologia tem sido utilizada para manter registros de pacientes em hospitais e conectar pessoas após catástrofes.
3) Raio da morte para mosquito

Apesar de inseticidas e mosquiteiros serem eficazes na redução e transmissão da malária, a mais sofisticada tecnologia pode ter o poder para acabar com ela completamente. O parasita da malária é transmitido através de mosquitos e limitar o contato dos insetos com seres humanos é crucial para impedir a propagação da doença. A The Photonic Fence, desenvolvida pela Intellectual Ventures, cria um campo de força que mata os mosquitos. As cercas podem proteger grandes áreas quando colocadas em torno do perímetro das aldeias, edifícios, escolas e campos.
Foto: Intellectual Ventures/Facebook
4) Khan Academy para agricultores

O compartilhamento de conhecimento pode ser a chave para acabar com o espaço entre os agricultores e seus pares, em lugares como a Índia e o resto do sul da Ásia. A Digital Green surgiu como uma plataforma para os agricultores criarem e fazerem upload de vídeos informativos para troca de informações sobre as práticas recomendadas. Seria uma espécie Khan Academy (da qual já falamos aqui) para agricultores. Através de parcerias com ONGs locais, a DigitalGreen distribui câmeras e pilhas para os agricultores. Eles gravam seus próprios vídeos e compartilham com seus pares.
Foto: Digitalgreen.org
5) Expondo os medicamentos falsificados

Aproximadamente 2 mil pessoas morrem anualmente de medicamentos abaixo do padrão ou falsos, um mercado ilegal que movimenta cerca US$ 700 bilhões por ano. Usando a tecnologia móvel, o mPedigree detecta drogas falsas, permitindo que os usuários digitem um código de 12 dígitos impresso no verso dos rótulos e enviem para um número de telefone designado. Os pacientes recebem uma resposta dizendo se o medicamento é ou não falso.
Foto: Mpedigreee/twitter
6) Transformando fiação em ouro

Apenas 13% dos resíduos eletrônicos do mundo são reciclados. Mais de 88% da população de Guiyu, na China, por exemplo, sofre de problemas neurológicos ou fisiológicos ligados a esse lixo eletrônico. A BlueOak Resources está tentando ajudar a retirar metais preciosos, como ouro, prata e cobre, dessas sucatas. Uma tonelada de placas de circuito contém de 40 a 800 vezes mais a quantidade de ouro encontrado na mesma quantidade do minério extraído, proporcionando às comunidades uma renda que pode ser reinvestida na educação e tratamento médico.
Foto: Getty Images
7) Quiosque carregador móvel de energia solar

Os quiosques solares móveis são uma criação da Africa Renewable Energy Distributor (ARED) e permitem que os proprietários desses quiosques vendam cargas de celular alimentadas por energia renovável. Até 10 pessoas podem ligar seus telefones ao mesmo tempo usando o quiosque, que é equipado com painéis que fornecem a eletricidade. Henri Nyakarundi, um nativo de Ruanda que vive em Atlanta, foi quem inventou o quiosque e disse que eventualmente será adicionado um ponto de acesso Wi-Fi nele.
Foto: FastCoExist/Facebook
[via]
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