Fotografia

Série de fotos retrata traficantes que trocaram as gangues pela arte da tatuagem

por: Redação Hypeness

Chip, Dreamer, Sinner, Lazz, Assault, Case 1, Angel e G-Money. Se antes essa trupe vivia com armas na mão negociando drogas e fugindo da polícia, hoje esses homens encontraram na arte da tatuagem uma forma de se sentirem completos e, não menos importante, ficarem dentro da lei. Eles costumavam fazer parte de gangues mexicanas na Califórnia (EUA), muitos deles já foram presos e todos já perderam amigos ou parentes na luta entre o cartel mexicano e a polícia.

Desde a infância, eles cresceram em meio ao crime, sendo natural que fizessem parte disso à medida que cresciam. No entanto, era hora de mudar e a agulha e a tinta foi a solução perfeita. Na série intitulada Desert Ink (Tinta do deserto, em tradução livre), o fotógrafo australiano Jonathan May explora a história desse grupo de tatuadores por meio de cliques expressivos.

Nas fotos posadas, os tatuadores aparecem na antiga posição de traficantes e mostram no torso desnudo sua paixão por tatuagens. Como aponta Lazz, a tatuagem difere do graffiti, expressão artística que dominavam, devido à longevidade: “agora eu posso estar na pele das pessoas e isso não vai ser lavado ou pintado por cima. É permanente.”

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Todas as fotos © Jonathan May

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