Arte

Esse artista imortalizou o avô usando suas cinzas para criar imagens incríveis

Beatriz Lorente - 04/01/2016 | Atualizada em - 02/06/2016

Todos nós somos feitos de poeira cósmica. Por mais boba que essa frase pareça, ela é real, e o fotógrafo Alan Knox decidiu unir poesia à teoria desenvolvida pelo astrofísico Karel Schrijver.

Knox utilizou as cinzas do avô falecido para criar um projeto de arte. Elas foram dispostas em papel fotográfico, criando uma simulação do próprio universo. Sua intenção principal foi combinar a ideia da morte com a própria filosofia da criação da vida, ele mesmo reconhece que essas duas coisas estão sempre se cruzando: a vida e a morte, o finito e o infinito, tentando transformar nossa existência em uma grande unidade.

“Espalhar as cinzas do meu avô, Duncan Marshall, cremado, em papel fotográfico, me trouxe uma visão sobre como o universo, desde a criação do Big Bang, pode nos remeter a momentos simples da vida, reconectando as sobras dos mortos com a origem de toda a vida”, afirmou o fotógrafo.

Por mais improvável que pareça, o trabalho do artista realmente remete a materiais que constituem nosso universo, como luas, estrelas, asteróides e galáxias. Da próxima vez que você olhar para as estrelas, lembre-se que você e todos os milhões de corpos celestes que te cercam são feitos do mesmo material.

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Todas as imagens © Alan Knox

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Beatriz Lorente


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