Empreendedorismo

8 coisas que podemos aprender com os países escandinavos e sua relação com o trabalho

por: Redação Hypeness

Ao que tudo indica, o trabalho tem ganhado novos formatos e se adaptado aos diferentes estilos de vida. Estamos vivendo uma verdadeira revolução neste meio e os países escandinavos acabam saindo na frente por suas medidas e mudanças interessantes dentro da categoria. A seguir mostramos algumas vantagens que foram conquistadas por eles.

Recentemente, uma pesquisa revelou que 12 milhões de brasileiros já trabalham em esquema home office. A queda da cultura workaholic, novas maneiras de vida e consumo colaboram também com as mudanças no campo de trabalho, que começa a dar seus primeiros passos rumo a qualidade e não quantidade.

Os países escandinavos aplicam várias medidas que servem de exemplo para o mundo, aliadas à infraestrutura que oferecem aos cidadãos. É impossível mudar o trabalho sem antes oferecer boas condições para que estas mudanças se adaptem a população, afinal, as transformações se expandem por outras áreas da vida e não só a profissional. Confira abaixo algumas coisas que podem nos inspirar e trazem novas perspectivas para o futuro:

1. Mudança para 6 horas de trabalho diário

Países como a Suíça e a Noruega estão dando um grande passo ao reduzir a jornada oficial de trabalho das pessoas. Ter mais foco, menos reuniões e ir para casa mais cedo pode fazer milagres dentro das empresas, além de aumentar a qualidade do que é feito.

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2. Dinamarca pode eliminar o papel-moeda

Com a economia 100% eletrônica fica mais fácil de reduzir o crime e fazer ajustes. Há alguns contras nessa história também, mas a medida definitivamente coloca os outros países para pensar nessa possibilidade.

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3. Finlândia pode introduzir uma renda básica mensal

Sim, você leu certo. Pode ser que a Finlândia seja o primeiro país do mundo a tomar uma medida como essa. O governo está investindo em estudar a ideia a partir de 2017, oferecendo até 1.000 euros mensais a 100 mil finlandeses que não terão que trabalhar.

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4. Trabalho decente em redes de fast-food

Não estamos dizendo que trabalhar em redes como o McDonald’s não seja digno, mas é preciso rever as condições que são dadas aos funcionários, muito precárias em grande parte do mundo. Mas, na Suécia, a organização do McDonald’s mostra que é possível viver bem trabalhando em locais como este. Num comparativo básico, em Chicago um funcionário do McDonald’s ganha cerca de 10 dólares por hora, enquanto em Estocolmo são 16 dólares por hora, valor que consegue oferecer boas condições de vida no país. Os trabalhadores são satisfeitos e fazem carreira por lá.

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5. A Suécia pode ser o primeiro país a se livrar do dinheiro

Os grandes bancos não têm mais dinheiro em suas máquinas. Até pequenos vendedores de jornal aceitam cartão de crédito e aplicativos de celulares ajudam a transferir dinheiro em até dois segundos. Se livrar da carteira pode ser bem prático e inovador. A preocupação fica por conta da privacidade dos usuários e acesso a tecnologia, já que nem todos têm smartphone ou cartão de débito.

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6. O segredo norueguês de se aproveitar um longo inverno

Por quatro meses a Noruega fica escura e muito fria. Os noruegueses driblam os índices de depressão em países onde a luz solar quase não aparece, simplesmente por aproveitarem o que o inverno lhes oferece. A questão central é aceitar a vida como ela é e não lamentar o período rigoroso. Segundo eles, não há clima ruim e sim roupas que não o suprem, afinal o frio só chega àqueles que estão pouco agasalhados. Faz sentido.

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7. Como é a vida de pais que trabalham na Finlândia em comparação com o EUA

A FastCompany conversou com uma família em cada país para notar as diferenças. Entre as vantagens do país nórdico estão serviços de daycare de qualidade, licença maternidade de 9 meses – sendo 9 semanas para os homens, menos gastos, plano de saúde subsidiado, entre outros, colaboram com a qualidade de vida familiar.

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8. Com medidas simples, a Dinamarca está reduzindo o desperdício de comida drasticamente

Em apenas cinco anos, o índice chegou a 25% de redução. Movimentos ensinam a população que dá para poupar tempo, dinheiro e ao mesmo tempo ajudar o meio ambiente através da diminuição do desperdício. Redes de supermercados, restaurantes e pessoas criaram estratégias, mas acima de tudo respeitam a comida, os fazendeiros, os animais e tudo o que envolve a produção.

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Redação Hypeness
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