Inspiração

ONG procura por doadores de cafuné, amor e carinho para crianças que esperam adoção

por: Vicente Carvalho

Se você pudesse doar um pouco do seu tempo, como você o faria? A agência norte-americana Spence-Chapin tem feito um pedido bem especial no qual eles só precisam que você tenha amor pra compartilhar.

A descrição do pedido, publicada originalmente aqui, tem ganho as redes sociais pela forma carinhosa da abordagem:

Procura-se doadores de afago a bebês ou pessoas que queiram dedicar um pouco de seu tempo às crianças que aguardam adoção ou que foram temporariamente distanciadas de seus pais.

Aos voluntários que se solidarizarem, só se pede que eles não doem nada além momentos de muito mimo com os pequenos, de acordo com a disponibilidade de cada um, claro. O pedido é aberto a todos, desde que não tenham características que possam comprometer a serenidade das crianças.

Esses bebês precisam de carinho, aconchego e locais seguros para começar suas jornadas“, disse a  porta-voz do projeto, Katherine Foley. E continua: Uma vez que eles recebem alta do hospital, estes recém-nascidos precisam de todo o amor e atenção que um adulto lhes pode dar. Esta pessoa é uma guia de luz para esse bebê.

Depois de participar de um minicurso de formação oferecido pela instituição, cada voluntário pode cuidar dos bebês durante 2 a 6 semanas.

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(Foto: Divulgação Spence-Chapin)

Faz parte do projeto que os “doadores de afeto” façam um diário contando a vivência que tiveram com o bebê e ainda que tirem algumas fotos, para quando os recém-nascidos forem mais velhos saibam que essas pessoas tiveram papel fundamental nas suas primeiras semanas de vida. Esse  é um dos grandes objetivos do projeto, que consiste em estar presente durante a inserção da criança na família adotiva ou durante a sua integração na família biológica, visando não perturbar o equilíbrio dos pequenos.

Quando as pessoas entendem qual é seu papel, que eles não são o destino final da criança e eles estão lá para fornecer essa bondade no início de suas vidas, é realmente transformador, disse Foley.

Abaixo, uma reportagem mostrando um pouco de como é o programa de adoção por afeto:

No seu coração cabe mais um? Pois pesquisamos e encontramos uma iniciativa similar no Brasil:

Famílias Acolhedoras e Apadrinhamento Afeito, do Instituto Fazendo História

Uma das modalidades de acolhimento para crianças e adolescentes que precisaram ser separados de suas famílias (por violência, negligência, abandono ou outro motivo) é a “Família Acolhedora”. Neste modelo, crianças e adolescentes são encaminhados para famílias devidamente cadastradas, selecionadas e formadas para esta função. As famílias acolhedoras recebem em suas casas as crianças que precisam de acolhimento temporário e provisório, até que possam retornar para suas famílias de origem ou, em caso de impossibilidade, sejam encaminhadas para adoção.

Segundo informação do site do Instituto, o projeto de Família Acolhedora foi idealizado para acolher bebês. Os primeiros anos de vida são considerados uma etapa muito importante no desenvolvimento da criança. Garantir a permanência desses pequenos em um ambiente familiar tem se mostrado uma estratégia mais eficaz para o bem cuidar do que as instituições.

Apadrinhamento Afetivo

O objetivo geral do Apadrinhamento Afetivo é propiciar convivência familiar e comunitária para crianças e adolescentes em acolhimento, com vínculos familiares fragilizados ou rompidos, que possuem chances remotas de adoção ou de reintegração familiar.

Para mais informações e como se faz para se inscrever, acesse aqui.

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Todas as fotos: Reprodução Youtube e Facebook / Fonte: via

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Vicente Carvalho
Em busca da terra do nunca.

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