Inspiração

Após estupro coletivo, vítimas de violência sexual lançam campanha

por: Redação Hypeness

Com a hashtag #EuSouSobrevivente, elas compartilham relatos de assédio sexual e estupro. Que não são poucos. A cada onze minutos, uma mulher é estuprada no Brasil. Você já pode ter visto este dado aqui ou em algum outro lugar. Mas nunca é demais até que alguma coisa mude. A cada ONZE minutos.

Diante da barbárie do caso dos 33 estupradores, Sabrina de Campos, de 35 anos, decidiu compartilhar em seu perfil no Facebook o relato do estupro que sofreu há 19 anos, quando tinha apenas 16 – mesma idade da garota que foi vítima do estupro coletivo.

A história rapidamente viralizou e estimulou outras mulheres a fazerem o mesmo. A partir disso, surgiu a campanha com a hashtag #EuSouSobrevivente.“Que a nossa raiva seja produtiva! Dar nome aos bois, denunciar, acolher uma mãe que sofre violência doméstica, não aceitar piadinha infame, cobrar de todos os deputados que se posicionem de uma vez a favor das mulheres, de não aceitar que nossos meninos sejam levados para prostíbulo e iniciem suas vidas sexuais aprendendo a tratar mulheres como objeto”, faz o apelo.

Assim como outros movimentos que surgiram pela liberdade da mulher, como o #MeuAmigoSecreto e #MeuPrimeiroAssédio, após as manifestações o Ministério Público do Rio recebeu mais de 800 denúncias em apenas dois dias. Por isso denuncie, porque estupro é crime não é sexo. E juntas somos mais fortes.

Para denunciar, ligue para a Central de Atendimento à Mulher (Ligue 180), serviço da Secretaria de Políticas para as Mulheres. A denúncia é anônima e gratuita, disponível 24 horas, em todo o país.

Foto: reprodução Facebook

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