Inspiração

Mulheres refugiadas no Brasil dão depoimentos tocantes sobre suas lutas diárias pela sobrevivência

por: Brunella Nunes

Se nascer mulher já não é uma tarefa nada fácil, agora imagina ser uma mulher que foge de seu país às pressas, deixando para trás seus sonhos, seu passado e, por vezes, até mesmo sua família. Parece um filme de terror, mas é a realidade de muita gente que, eventualmente, veio parar no Brasil devido às péssimas condições de seus países. O projeto Vidas Refugiadas dá voz às mulheres refugiadas que lutam pela sobrevivência a cada dia e relatam trechos de suas vidas em vídeos emocionantes. 

Criado pelo fotógrafo Victor Moriyama e pela advogada Gabriela Cunha Ferraz, em parceria com o Alto Comissariado das Nações Unidas para refugiados (ACNUR) e Organização Internacional do Trabalho, o projeto apresenta oito mulheres de diferentes nações que, por motivos tão distintos quanto suas origens, tiveram de se deslocar para se dar uma nova chance.

Focadas num futuro mais próspero e ainda assim presas ao passado nem tão distante, estas figuras femininas mostram com quantas garras se faz uma mulher. Empoderamento, empatia, resgate de autoestima e propagação da causa são as bases para que elas não só sigam em frente, mas tenham condições de vida melhores, inclusive com auxílio das políticas públicas, entre tantas outras coisas. E o que você sente ao saber de tudo isso? Vontade de abraçar cada uma delas.

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“Bombas eram colocadas dentro de ônibus aleatórios, qualquer som forte me apavorava e era difícil me concentrar no trabalho, em razão do medo constante que sentia”

Nkechinyere Jonathan, professora de inglês nascida na Nigéria

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“Existem associações locais que acolhem meninas banidas pelas famílias, mas, em geral, elas ficam entregues à própria sorte e são alvo de preconceito e violência”.

Alice, artista nascida no Burkina Faso

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“Eu vim para esse país para ser livre e ter paz. Sou uma mulher traumatizada porque minha vida foi cortada pela falta dos meus filhos.”

Jeannete, cabeleireira cuja nacionalidade foi omitida

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“A refugiada não é terrorista. Queremos trabalhar e viver como seres humanos”

Mayada, professora de francês nascida na Síria

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“Vivia uma situação insuportável e percebi que precisava proteger minha vida porque poderia ser assassinada”

Maria, jornalista nascida em Cuba

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Silvye, advogada nascida na República Democrática do Congo

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Vilma, estudante nascida na Angola

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vidas refugiadas

Todas as fotos © Victor Moriyama

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Brunella Nunes
Jornalista por completo e absoluto amor a causa, Brunella vive em São Paulo, essa cidade louca que é palco de boa parte de suas histórias. Tem paixão e formação em artes, além de se interessar por ciência, tecnologia, sustentabilidade e outras cositas más. Escreve sobre inovação, cultura, viagem, comportamento e o que mais der na telha.

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