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10 baladas high tech que estão usando a tecnologia para dominar as pistas pelo Brasil

por: Redação Hypeness

Os avanços tecnológicos estão por todas as partes, e ir numa casa noturna nos últimos tempos envolve muito mais do que “moving heads” e fumacinha com cheiro de tutti frutti. Ainda que a inovação esteja engatinhando por aqui, selecionamos 10 baladas high tech no Brasil que estão usando equipamentos de ponta para dominar as pistas.

Há muitos exemplos interessantes ao redor do mundo com promessas de chegarem até o país. Em Nova York, a sustentável Greenhouse é a única boate verde do mundo e, dizem por aí, que pode chegar em São Paulo em breve.  A única balada no mundo com  o certificado L.E.E.D. (Leadership in Energy and Environmental Design) é movida a energia eólica e tem um sistema que poupa 15 mil galões de água por ano.

Dentro do mesmo tema, os clubes Watt, em Roterdã, e Surya, em Londres, chamaram a atenção do mundo quando instalaram pistas com piezoeletricidade, cubos de cristais que conduzem eletricidade através da pressão dos corpos dançantes. Outra ideia incrível é do DJ brasileiro Ricardo Bertello, que criou o Bike Beats, instalando uma pick-up móvel em sua bicicleta, movido a energia solar.

Bike Beats

A inclusão social também não fica de fora. Em 2014 o Hypeness esteve na SenCity, uma festa multissensorial para surdos que acontece por meio de uma pista que emite ondas sonoras pela vibração. Unindo novos recursos, conectividade e sistemas imersivos que geram a deliciosa sinestesia, confira alguns clubes brasileiros que valem o rolê:

1. D-Edge

Reconhecido mundialmente como um dos melhores clubes do mundo, o D-Edge é uma “caixa preta de som e luz” que está nas pistas de São Paulo desde 2003. O destaque da casa vai para o design, com uma uma pista completamente envolta em LEDs que acompanham a música eletrônica, desenvolvida pelo artista Muti Randolph. O sistema de som Sound Force chegou em primeira mão para encorpar mais ainda a balada.

Dance Hall view toward the Bar; pink light

2. Green Valley

Em Camburiú, Santa Catarina, está o Green Valley, um universo a parte. Cercado pela Mata Atlântica, de bicho-grilo não tem nada, muito pelo contrário. Entre espaços abertos e fechados e lagos artificiais, possui 300 m² em telões de LED, efeitos especiais, incluindo jatos de CO² e um palco 360°. O club também está entre os melhores do mundo.

GreenValley

3. Club Vibe

O club, localizado em Curitiba, é um dos mais tradicionais do sul do Brasil, na ativa desde 2001. Valorizando a música eletrônica, a casa também chama a atenção pelas luzes coloridas da pista, tendo vários cubos de LED iluminando da cabine do DJ adiante.  

Vibe3

4. Anzuclub

No interior paulista, o Anzu é praticamente a avó de todos os clubes de música eletrônica, em atividade desde 1997. A balada em Itu promove a imersão na música eletrônica por meio de videomapping, telões, sistema de touch screen nos bares, iluminação que segue o ritmo musical.

Eder Leandro 2016

5. Club Lions

Em São Paulo, o clube se destaca pela pista com sistema de efeitos 3D através de vários painéis de LED. Assim proporciona noites alucinógenas embaladas por vários estilos musicais de acordo com os dias da semanaDo mesmo dono, Facundo Guerra, a casa de shows Cine Joia também fica interessante com a ajuda do videomapping bem executado, que deixa qualquer apresentação com cara de espetáculo.

Club Lions

6. Miroir

A balada no Rio de Janeiro conta com alguns atrativos que a diferenciam das demais casas noturnas. O Emulator, por exemplo, é uma peça de vidro com mais de 200 botões para mixagem, efeitos sonoros e músicas. Ondas de LED iluminam a pista de dança de acordo com a música e o mapping 3D ajuda a criar uma imersão ainda maior.

Para não fazer feio na selfie, tem ainda o Miroir Magique, que simula o efeito de um espelho mágico através de um terminal touchscreen espelhado, conectado com a internet para facilitar posts em redes sociais.

Miroir

7. Club 904 | 5uinto

Em Brasília, quem se destaca é o Club 904, que desde 2009 faz a alegria dos baladeiros brasilienses. Depois de uma repaginada no visual, ganhou luzes de LED que garantem uma pegada futurista, além de um novo sistema de som.

5uinto2

8. The Year

Ocupando um antigo galpão na zona oeste paulistana, o The Year funciona como uma gaiola de luz, som e piração. O projeto de interiores assinado pelo Estúdio Guto Requena inclui 1.200 pontos de LED com sensores que interagem com a pista de dança e os movimentos do DJ, além de gerar efeitos especiais. Na pista The Yard, um teto retrátil e outros elementos dão a sensação de se estar em um jardim de inverno. O sistema de som pra turbinar essa estrutura toda é o Funktion One.

the-year-SP

Foto: Sigma F

9. Clash Club

Com um upgrade sonoro de respeito e novo design na pista, o Clash Club, em São Paulo, também não faz feio em tecnologia. Depois de uma reforma, a casa agora conta com o soundsystem Pure Groove, criado pelo ex-engenheiro da NASA Tom Danley. Ao todo, são duas caixas altas modelo SH96-HO e seis caixas graves modelo DBH-218, enquanto a cabine do DJ é equipada com duas caixas altas SM-80 e duas caixas graves TH-118. Traduzindo: é um dos sistemas de sons mais utilizados pelos melhores músicos do mundo.

Clash Club

10. 2800 Music Club

Referência na música eletrônica de Londrina, o sofisticado clube foi repaginado em 2011 e está sediando festas com o soundsystem Pure Groove, aquele da Nasa que falamos acima. Em maio deste ano, o sistema de som chegou na cidade pela primeira vez.

2800 music club

Fotos: divulgação

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