Inovação

Este curso de automaquiagem foi pensado especialmente para pessoas com deficiência visual

por: Redação Hypeness

Se você já achava que se maquiar era uma tarefa difícil, então multiplique essa dificuldade por 100. É mais ou menos essa barreira que enfrentam as pessoas com deficiência visual na hora de valorizar sua beleza. Agora, um curso inovador promete ensinar automaquiagem para quem não enxerga!

Esta é a segunda edição do curso, promovido pela Laramara – Associação Brasileira de Assistência à Pessoa com Deficiência Visual, em parceria com a rede de salões de beleza Jacques Janine. As aulas acontecem na sede da instituição, em São Paulo, às quartas e quintas-feiras.

make1

Com classes ministradas pela maquiadora e consultora de maquiagem do Jacques Janine Chloé Gaya, o curso ensinará as participantes a mapear seu rosto e identificar seus traços através do toque. A empresa Vult Cosmética atuou como parceira da iniciativa, doando todos os itens de maquiagem. Eles serão identificados em braille, com texturas e em tipos ampliados, permitindo que as alunas identifiquem facilmente cada objeto.

O curso teve início ontem, 14, e deverá continuar até o dia 29 de setembro, com aulas pela manhã. O objetivo é melhorar a autoestima e independência das pessoas com deficiência visual. Para aumentar ainda mais esse impacto positivo, uma nova turma do curso está programada para o início de 2017 e já conta com uma fila de espera de 40 pessoas. As informações são do Ciclo Vivo.

make2

Fotos: Divulgação

make3

Foto: Reprodução Facebook

Conheça também a história da garota com deficiência visual que publica vídeos de automaquiagem incríveis no Youtube.

Publicidade


Redação Hypeness
Acreditamos no poder da INSPIRAÇÃO. Uma boa fotografia, uma grande história, uma mega iniciativa ou mesmo uma pequena invenção. Todas elas podem transformar o seu jeito de enxergar o mundo.

Branded Channel Hypeness

Marcas que apoiam e acreditam na nossa produção de conteúdo exclusivo.



X
Próxima notícia Hypeness:
Gwyneth Paltrow lança vibrador ‘intelectual’ e anti-hipersexualização por R$ 500