Debate

Senado não tem gabinete número 24, mas ativista LGBT quer mudar isso

por: Redação Hypeness

Em agosto deste ano, a coluna do Estadão publicou uma informação um tanto inusitada: o Senado não teria um gabinete com número 24. Segundo a publicação, o senador Dário Berger (PMDB-SC) teria trocado o número que seria referente ao seu gabinete para 26, alterando a ordem numérica.

O número 24 é associado à homossexualidade (dizem que é porque no jogo do bicho ele seria referente ao número do veado), o que levantou dúvidas sobre a motivação para excluí-lo da ordem numérica dos gabinetes no senado. Segundo o BrasilPost, o gabinete 24 teria existido até 2013 na Ala Teotônio Vilela, quando teria sido abolido sem maiores explicações.

Em visita ao Senado Federal, o professor e ativista LGBT Toni Reis ficou surpreso com a ausência do número, que aponta para uma homofobia institucional, como ele mesmo sugere em carta aberta enviada ao Senado e publicada através de sua página do Facebook.

Não é de se surpreender que o Congresso Nacional não consegue aprovar legislação contra a LGBTfobia, já que lá dentro alguns se sentem estigmatizados por um mero número que tem a conotação de ‘viado’. Que Casa de Leis é essa? Em que cultura LGBTfóbica e machista estamos inseridos, que os/as nossos/as ‘representantes’ se dão ao luxo de eliminar o número 24?“, escreve ele. A reflexão completa você lê abaixo:

Fotos: Reprodução Facebook

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