Inovação

Ele criou uma maneira de eternizar tatuagens mesmo após a morte

por: Redação Hypeness

Muitos apaixonados por tatuagem criam relações afetivas com seus desenhos. Você já se lamentou porque suas tattoos vão desaparecer da Terra após sua morte? Charles Hamm já, e por isso ele criou uma forma de preservá-las mesmo depois de ter morrido.

Para isso, Charles fundou a NAPSA, sigla em inglês para a Associação Nacional Pela Preservação da Arte de Pele. A ideia surgiu quando ele lamentou para alguns amigos que suas “obras de arte” se perderiam quando morresse. Um deles brincou que ele poderia pedir para alguém cortar sua pele e guardar, e ele levou a sério.

Depois de consultar especialistas, como tanatopraxistas (especialistas em conservação de corpos), médicos e tatuadores, ele chegou a uma fórmula que usa componentes químicos não-tóxicos para preservar a pele tatuada. Os interessados precisam se cadastrar durante a vida e pedir para que a NAPSA seja avisada de seu falecimento em até 18 horas.

Charles, o fundador da NAPSA Charles Hamm, o fundador da NAPSA

Então, a organização envia um kit ao local indicado para que a pele seja removida e enviada para a NAPSA, que trata o tecido e o envia de volta emoldurado e junto de um certificado. Charles diz que muita gente não gosta da ideia de primeira, mas que muda de opinião quando vê os resultados. Será?

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Imagens: Reprodução/NAPSA

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Redação Hypeness
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