Inovação

Novo tratamento traz esperança ao bloquear proteínas que causam Alzheimer

por: Gabriela Alberti

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Uma equipe ligada ao Departamento de Neurociência da empresa farmacêutica Merck divulgou nesta semana um estudo onde uma droga experimental se mostrou capaz de impedir a produção da proteína beta-amilóide, responsável por formar grandes placas no cérebro e levando a morte em massa dos neurônios, fato que seria responsável pela perda de memória, por exemplo.

O estudo, apesar de ser inicial e ter sido feito com um grupo pequeno de participantes que sofrem de Alzheimer, é animador, pois até então ninguém havia achado um meio seguro de interferir na formação da proteína. Agora, o próximo passo é testar a droga em um grupo maior, de 2 mil pessoas.

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 Ainda assim, o caminho para o produto ser comercializado é longo, uma vez que os pesquisadores ainda precisam mostrar que o uso da substância é seguro e traz poucos efeitos colaterais, além de provar que o medicamento melhora o raciocínio, a memória e o comportamento dos doentes, ou pelo menos impede que eles continuem a se deteriorar. De qualquer maneira, não deixa de ser esperançoso.

Todas as imagens © Divulgação

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Gabriela Alberti
Aquariana, curitibana, canhota e (só um pouco) teimosa. Curiosa desde o berço, tô sempre em busca de novidades, da senha do wi-fi, de novas séries para virar o fim de semana e de passagens promocionais para, quem sabe um dia, dar a volta ao mundo.


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