Debate

Estudo da Federal do Pará indica que estamos bebendo água com PH impróprio para consumo

por: Redação Hypeness

Na escola você deve ter aprendido que a água precisa ser incolor, inodora e insípida. Tendo estas três características, ela é própria para o consumo, certo? Não exatamente, segundo indica esta pesquisadora da Universidade Federal do Pará.

Uma característica importante da água, mas que geralmente deixamos de lado, é o pH. Caso você tenha faltado essa aula, o pH é aquela escala que vai de 0 a 14 e mede a acidez ou basicidade de uma solução. No caso da água, é ideal que o pH seja entre 6 e 9,5, de acordo com indicações do Ministério da Saúde.

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Foto: Crisco 1492 / Foto destaque: Lora Rajah

Porém, um estudo publicado pela engenheira agrônoma Érika Ferreira acendeu o alerta vermelho nesse sentido. Érika apresentou a pesquisa como requisito para obtenção do título de especialista em Gestão Ambiental pelo Núcleo de Meio Ambiente da Universidade Federal do Pará. No estudo, ela mostra que nenhuma das sete águas pesquisadas tinham um pH adequado. De acordo com o Jornal Beira do Rio, as marcas analisadas foram as seguintes:  Belágua, pH 3; Top Line, 3,75; Mar Doce, 3,80; Nossa Água, 3,89; Terra Alta, 4,14; Indaiá, 4,52, e Grenagua (cujo pH não foi divulgado pela reportagem).

Ao Jornal Ciência, o professor  Milton Matta, orientador do estudo, contou que a água precisaria ter um pH mínimo de 6,5 para ser potável. Abaixo desse padrão, o consumo prolongado poderia causar diversos problemas à saúde, que vão desde gastrites até câncer no estômago.

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