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Masculino, feminino ou nada disso: nesses lugares, o terceiro gênero é uma realidade perfeitamente aceita

por: Redação Hypeness

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Cada vez mais se fala sobre identidade de gênero. Mas, em um mundo em que a binariedade parece ser regra, essa questão ainda é bastante complexa e algumas culturas ocidentais até hoje enfrentam dificuldades para entender que nossa sexualidade pode assumir muitas faces. Em alguns lugares do mundo, no entanto, o terceiro gênero já é aceito há muito tempo.

Há algum tempo nós falamos sobre isso ao lembrar que antigas civilizações na América do Norte reconheciam até cinco gêneros. E eles não são os únicos: culturas milenares de diversas partes do mundo já reconhecem que nem todo mundo nasce apenas homem ou mulher – e as possibilidades de um mundo não-binário são incríveis!

México

Na cidade de Juchitán de Zaragoza, no estado de Oaxaca, México, vivem os muxes, pessoas nascidas em corpos masculinos mas que não se identificam nem com o gênero masculino nem com o feminino. Por lá, eles não sofrem preconceito e são mesmo cultuados por seus talentos em penteados, cozinha e artesanato.

Foto: Mario Patinho / Foto destaque: Mario Patiño

Estados Unidos

Outra figura semelhante é presente na cultura Navajo, proveniente dos Estados Unidos. Entre os navajos, pessoas que possuem uma identidade de gênero diferente do seu sexo de nascimento são consideradas “dois espíritos“, pois eles acreditam que, nestes casos, dois espíritos habitam um mesmo corpo.

Foto via

Samoa

Indo ainda mais longe nós encontramos os Fa’Afafines, na Samoa. São pessoas que nasceram em um corpo masculino, apesar de se identificarem como mulheres. Na cultura samoana, eles são bem aceitos na sociedade, como deveriam ser em qualquer lugar do mundo.

Foto: Cherrie Mio Rhodes

Madagascar

O povo Sakalava, de Madagascar, também inclui o terceiro gênero de maneira bastante natural. Por lá, os meninos que apresentam comportamentos ou personalidades mais femininas são criados pelos pais desde cedo como se fossem meninas. A cultura também entende que essas crianças não são necessariamente gays, mas apenas meninos que se identificam como meninas. As informações são do Global Citizen.

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