Fotografia

11 fotos mostrando o erotismo que os soviéticos não queriam – ou não podiam – ver

Vitor Paiva - 01/11/2017

No apagar de luzes da União Soviética, quando um dos dois grandes impérios do século 20 ruía diante dos olhos do mundo, em 1989 o fotógrafo russo Sergey Chilikov resolveu viajar pelo país para registrar o erotismo que secretamente pulsava em uma sociedade milenar, culturalmente riquíssima, mas que precisava novamente se reconstruir. Como um líder contra o conformismo além de um filósofo de formação, o fotógrafo decidiu registrar a maneira que as pessoas de então de fato se comportavam.

Longe das questões públicas que dominavam a sociedade soviética de então, na privacidade de suas vidas domésticas, um certo estado livre e libertário parecia crescer em tal cenário. Esse fascinante passado recente, em que o erotismo crescia como uma contracultura natural e revolucionária no fim da União Soviética, foi o tema que moveu Sergey a viajar o país registrando corpos e sonhos de seu povo.

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© fotos: Sergey Chilikov


Vitor Paiva
Escritor, jornalista e músico, Vitor Paiva é doutor em Literatura, Cultura e Contemporaneidade pela PUC-Rio. Autor dos livros Tudo Que Não é Cavalo, Boca Aberta, Só o Sol Sabe Sair de Cena e Dólar e outros amores, publica artigos, ensaios e reportagens.

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