Ciência

Máquina inteligente é capaz de detectar lesões que podem se tornar câncer de mama

Vitor Paiva - 17/11/2017 | Atualizada em - 09/11/2017

Pesquisadores do centro de tecnologia e inteligência artificial da MIT, nos EUA, aplicaram a capacidade de certas maquinas de “aprender”, somando dados estatísticos, informações recolhidas ao resultado de experiências anteriores para criar sua “inteligência”, ao tratamento do câncer de mama – e o resultado é bastante impressionante.

 

Basicamente, a inteligência artificial pode ser aplicada para determinar quais lesões nas mamas realmente possuem o risco de se tornarem um câncer – antecipando diagnósticos e evitando assim, por exemplo, cirurgias desnecessárias. Tratamentos menos invasivos poderão ser realizados com mais segurança e resultados ainda melhores, nos casos previstos por tais máquinas.

 

A capacidade de acumular experiências passadas – da mesma forma que faz a inteligência humana – faz com que a eficiência de tais máquinas melhore sempre mais. Assim, na pesquisa da MIT, a máquina previu corretamente 97% por cento dos casos analisados. Segundo os pesquisadores, quase um terço das cirurgias realizadas poderia ser evitada se a tecnologia fosse aplicada – com segurança a respeito da eficácia de outros tratamentos em cada caso.

 

Ainda que a ideia de máquinas inteligentes quase sempre nos traga calafrios, remetendo a apocalípticos filmes de ficção científica em que os robôs tomam o poder e escravizam os humanos, quem sabe tal inteligência, enfim, não possa ser utilizada realmente para o bem.

*“O sentido da vida é encontrar o seu domO objetivo é presenteá-lo aos outros”. A frase é atribuída ao mestre Picasso, mas poderia ser a epígrafe do canal especial que o Hypeness criou em parceria com a Ford. Aqui acreditamos que todo ser humano é uma mente criativa em potência, com coisas novas para trazer para o mundo, e por isso contaremos essas histórias, de pessoas que souberam transformar a imaginação em ação. Aqui não falaremos de sonhos, mas de objetivos que, cedo ou tarde, teriam que ser concretizados. Não fuja dos seus.

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© fotos: divulgação


Vitor Paiva
Escritor, jornalista e músico, Vitor Paiva é doutor em Literatura, Cultura e Contemporaneidade pela PUC-Rio. Autor dos livros Tudo Que Não é Cavalo, Boca Aberta, Só o Sol Sabe Sair de Cena e Dólar e outros amores, publica artigos, ensaios e reportagens.

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