Debate

Modelo leiloa virgindade por R$ 10 milhões e diz que atitude é ‘emancipação feminina’

por: João Vieira

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Uma modelo chamada Giselle, de 19 anos e residente nos Estados Unidos, afirmou ter leiloado sua virgindade por 3,3 milhões de dólares (cerca de 10,8 milhões de reais) e disse que a “conquista” foi um “sonho que se tornou realidade”.

A venda foi feita através do site Cinderella Escorts. A agência diz que a maior proposta foi de um empresário de Abu Dhabi, que ofereceu 2,9 milhões de dólares (9,5 milhões de reais), seguida por um ator de Hollywood, que teria pago 2,8 milhões de dólares (9,1 milhões de reais).

A modelo disse que irá usar o dinheiro para pagar os estudos, comprar uma casa e viajar ao redor do mundo.

“Eu jamais imaginei que as propostas chegassem a um valor tão alto como esse. É um sonho se tornando realidade”, disse ela, segundo o Daily Mail.

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Giselle também se disse chocada com as críticas que as pessoas fazem a uma mulher que decide leiloar a virgindade e afirmou que a atitude é uma “forma de emancipação feminina“.

Giselle (Foto: Cinderella Escorts/Reprodução)

Giselle vendeu a virgindade pela Cinderella Escorts. (Foto: Cinderella Escorts/Reprodução)”Se eu quiser passar minha primeira vez com alguém que não é meu primeiro amor, é uma decisão minha”, alegou. “O fato de mulheres poderem fazer o que querem com seus corpos e terem coragem de viver sua sexualidade de forma livre contra os críticos é um sinal de emancipação”, completou.

“Quantas pessoas entregariam sua primeira vez a alguém se tivessem 2,9 milhões de dólares em troca?”, questionou.

Giselle contou que tomou a decisão antes de conhecer a Cinderella Escorts, mas decidiu que seria mais seguro trabalhar com a agência.

O site ficou famoso após comercializar a virgindade de Aleexandra Khefren, uma romena de 18 anos, que a vendeu por 2,3 milhões de euros (8,8 milhões de reais) a um empresário de Hong Kong. A agência fica com 20% do valor.

Aleexandra Khefren. (Foto: Divulgação)

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João Vieira
Com seis anos de jornalismo, João Vieira acredita na profissão como uma ótima oportunidade de contar histórias. Entrou nessa brincadeira para dar visibilidade ao povo negro e qualquer outro que represente a democracia nos espaços de poder. Mas é importante ressaltar que tem paixão semelhante pela fofoca e entretenimento do mais baixo clero popular.


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