Debate

Estes foram os métodos anticoncepcionais mais dolorosos e bizarros da história

João Vieira - 12/12/2017 | Atualizada em - 28/12/2017

Hoje em dia, quando se pensa em contraceptivos, logo temos em mente a pílula anticoncepcional ou a camisinha como uma associação natural.

Mas nem sempre foi assim.

Segundo estudos da  National Geographic Society, as pessoas têm tentado desenvolver formas de se proteger da possibilidade de gravidez durante o sexo desde que nos entendemos por sociedade. “Esponjas foram utilizadas por muitos anos”, garantiu a escritora Irene Linda Gordon.

A ideia era que, quando colocada no cérvix, as esponjas eram “bastante efetivas como uma forma natural de contraceptivo” pois ela “absorvia o sêmen”.

Entre outras bizarrices, a maioria dos antigos anticoncepcionais faziam a mulher sofrer, com aparelhos grandes e que causavam desconforto no ato sexual. Todos funcionavam de forma semelhante ao dispositivo intrauterino (DIU) que conhecemos hoje.

1. Essa rosca de bronze foi utilizada em Roma entre os anos 200 e 400

Ela funcionava como o DIU, sendo colocada no cérvix da mulher. Como causava muita dor durante o ato, era fortemente desaprovada por elas.

2. Jean-Jacques Casanova (1725 – 1798) assopra um dos primeiros esboços de camisinha em 1754

 

3. Em 1880, esse pessário vaginal era inserido na vagina da mulher para evitar a chegada do sêmen ao útero

 

4. A esponja anticoncepcional, supostamente, absorvia o sêmen e foi bastante utilizada no período de 1910

 

5. Feita de membrana animal, essa camisinha também era utilizada em 1910 e era mais eficiente que a dos anos 1700. Só que causava desconforto tanto no homem, quanto na mulher

 

6. Criado em 1921 pela Dr. Marie Stopes (1880-1958), esse contraceptivo, quando ingerido, prometia matar qualquer vestígio de esperma do organismo feminino

 

7. A mesma marca também tinha uma espécie de diafragma de couro que era utilizado pelas mulheres na mesma época 

 

8. Feito de metal ou vidro, esse DIU era utilizado pelas mulheres na década de 1920 

 

9. No final da mesma década, criaram uma outra versão feita de alumínio que só parece ser ainda mais dolorosa 

 

10. Outro formato de DIU utilizado por volta de 1925 e que competia com os apresentados acima

 

11. Naquela década também foi desenvolvido um outro formato de DIU que só podia ser inserido por ginecologistas especializados. Quando colocado da forma correta, poderia ficar dentro da mulher por muitos anos 

Para o melhor desempenho sexual de todos, as camisinhas que conhecemos hoje começaram a ser testadas em 1935 e deram um pouco mais de responsabilidade ao homem.

30 anos depois, em 1965, começaram a ser desenvolvidas em laboratório as pílulas anticoncepcionais que conhecemos hoje, mas que ainda causam problemas de saúde para algumas mulheres e estão longe de decretar um cenário onde a responsabilidade sexual é dividida.

 

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Fotos: Reprodução


João Vieira
Com seis anos de jornalismo, João Vieira acredita na profissão como uma ótima oportunidade de contar histórias. Entrou nessa brincadeira para dar visibilidade ao povo negro e qualquer outro que represente a democracia nos espaços de poder. Mas é importante ressaltar que tem paixão semelhante pela fofoca e entretenimento do mais baixo clero popular.

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