Desafio Hypeness

O que aprendi consertando minha casa, de amigos e montando o guarda-roupa da minha mãe

por: Danilo Gonçalves

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Quando fui convidado pelo Hypeness para passar uma semana usando a Parafusadeira Bosch Go, aceitei imediatamente o desafio! Foi daquelas coisas que o momento e a necessidade se encontram, sabe?

Eu já sabia que tinha uns reparos domésticos para fazer, mas que sempre deixava pra lá. É aquela velha coisa: trabalhar com ferramentaria (martelo, prego, chaves de fenda etc.) não é lá minha praia, preciso assumir.

Além disso, alguns amigos (e família) estavam de mudança de casa e essa seria uma ótima oportunidade para vê-los e ajudá-los. É ou não o momento de aceitar o Desafio?

Com a missão aceita, comecei a olhar à minha volta que itens eu poderia consertar, assim como quando eu ia na casa de amigos. Com a parafusadeira na bolsa – essa é uma das primeiras vantagens do equipamento, a portabilidade, passei a sugerir jantares na casa dos amigos. Mal sabiam eles que meus objetivos iam muito além de um mero encontro (hehe).

Em uma semana com uma parafusadeira portátil, descobri que posso resolver probleminhas domésticos sozinho e ainda ajudar (e rever) amigos.

 

Dia 1: 27 de novembro

Com meu novo “brinquedo” em mãos, comecei a olhar em volta na minha própria casa. Não deu outra, notei alguns espelhos de tomada meio soltos ou tortos.

“Por que eu não consertava isso antes?”, pensei. E a resposta: porque dá muito trabalho e nem sempre tenho um equipamento fácil, que sei usar.

Uma das coisas mais legais que notei já nos primeiros minutos de uso é que pra acionar o funcionamento é só pressionar a ponta da parafusadeira e ela funciona. É o sistema Pressione e Use.

Não precisa apertar botão, nem nada. Ela praticamente faz o trabalho sozinha mesmo! Para quem quer facilidade, essa é uma das melhores…não tenho dúvidas. Ah, nesse caso principalmente, para desparafusar, acionei o controle de torque, deixando-o mais rápido para o nível 6. E, para reparafusar, que requer um pouco mais de “calma”, coloquei o torque no nível 3.

Dia 2: 28 de novembro

Ao longo dia, combinei de assistir à semifinal de um famoso reality show na casa de uma amiga que acabou de se mudar. Antes de sair de casa, coloquei o estojo da minha Bosch na bolsa (outra grande facilidade do aparelho)… papo vai, papo vem, vi que a porta do armarinho do banheiro da casa estava meio solta. Sem contar nada, peguei a parafusadeira e fixei melhor as dobradiças.

Ela nem percebeu na hora o trabalho. Só notou mesmo quando eu comentei que poderia consertar também a porta do gabinete da cozinha (hehe). Vejam os resultados.

Dia 3: 29 de novembro

De volta à minha casa, lembrei que a porta do guarda-roupa estava meio solta também! Não pensei duas vezes; abri a bolsa, recarreguei a parafusadeira (com um carregador USB que facilita manter a bateria cheia) e consertei. Detalhe: o “instrumento” pesa só 280 gramas.

Ah, nesse dia, pouco antes de dormir (sério!), “gastei” menos de 10 segundos para apertar um parafuso da nossa estande de vinis.

Dia 4: 30 de novembro

Minha mãe também se mudou de casa não faz muito tempo, mas só agora comprou um guarda-roupas novo. Fez isso pela internet e, assim que o móvel chegou, ela já comentou comigo que não tinha gostado muito dos puxadores quando os viu pessoalmente.

“Mãe, compra os que você quer e deixa que eu troco pra você. Quando cheguei lá, ela já tinha até jogado os originais no lixo (haha) e o móvel novo estava sem puxadores e os novos estavam esperando “um especialista” para instalá-los. Em menos de quinze minutos, mamãe voltou a ficar feliz com o novo guarda-roupas!

Nesse dia, tive a oportunidade de usar a também de usar a função “desparafusar” do equipamento porque os novos puxadores que mamãe adquirira vinha com os respectivos parafusos encaixados. Muito, mas muito rápido mesmo, eu desparafusei todos e comecei a instalação! 🙂

Dia 5: 1 de dezembro

Ao chegar em casa, já apropriadíssimo do meu olhar (e dotes ferramenteiros), percebi que o trinco da porta de casa dançava pra cima e pra baixo, de um modo que eu nem tinha percebido antes (talvez já tivesse, mas o fato de ter que chamar alguém pra consertar, né fazia nem enxergar o “defeito”.

Rapidinho, a única coisa que passou a balançar na porta de entrada de casa foram as chaves mesmo.

E com o passar dessa semana desafiadora, descobri que equipamento que alia praticidade nos encoraja a fazer um trabalho simples, mas que às vezes achamos que são de outro mundo.

Obrigado, Bosch, por facilitar alguns problemas do dia a dia.

Ah, comprei um móvel novo para sala de casa. Estou apenas esperando ele chegar pra eu mesmo montá-lo. Será que consigo? Pela facilidade da parafusadeira da Bosch, estou super empolgado com a missão e já penso em outras utilidades que ela pode ter no meu dia a dia!

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Danilo Gonçalves
Chegar aos 30 foi revolucionário para o que vejo e sinto. Ainda assim, continuo o cara alegre, curioso e pronto para resolver problemas e atender demandas que surgem do nada. Pode mandar que estou aqui. Gosto de um bom som, de Michael Jackson e Beyoncé, mas não nego agudos e graves bem cantados e, claro, um bom pancadão.

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