Debate

Sobreviventes de massacre em escola da Flórida farão marcha por mudanças nas leis de armamento

por: João Vieira

Um grupo de estudantes que sobreviveu ao massacre realizado por Nikolas Cruz em uma escola de Parkland, na Flórida, semana passada, fará uma manifestação em vista de apoiar mudanças na política de armamento dos Estados Unidos.

Os sobreviventes irão até a capital Washington realizar a Marcha por Nossas Vidas, no dia 24 de de março. Eles exigirão que a administração de Donald Trump proíba qualquer civil de possuir armas semiautomáticas ou automáticas.

A categoria semiautomática reúne a maioria dos tipos de pistola, além de rifles – como o utilizado por Cruz – e carabinas. Já as automáticas são armamentos de maior poder de fogo, como metralhadoras.

Estudantes de Parkland lutam contra política de armas dos EUA

A ONG Everytown for Gun Safety, que apoia uma política de armas mais rígida e controlada, irá se juntar ao grupo e reivindicar suas pautas no dia do protesto. Além disso, grupos que estiveram envolvidos na organização da última Marcha das Mulheres também estarão apoiando o movimento dos jovens de Parkland.

Marcha ocorrerá em Washington no mês de março

Antes do protesto de 24 de março, haverá uma movimentação no dia 14, marcando 1 mês do ataque, que tirou a vida de 17 pessoas. O evento convida alunos de todo o país a saíram de suas salas no horário local das 10h por 17 minutos, 1 minuto para cada vida perdida. Mais de 20 mil jovens apoiam o ato.

Outra manifestação semelhante ocorrerá no dia 20 de abril, data em que o massacre de Columbine completa 19 anos.

Sobreviventes têm se manifestado nos últimos dias

Celebridades como Rowan Blanchard, Justin Bieber, Amber Tamblyn, Amy Schumer, Olivia Wilde, Bryce Dallas Howard, Julianne Moore, e Alyssa Milano irão protestar ao lado dos estudantes de Parkland no mês que vem em Washington.

Os estudantes deram entrevistas para canais de TV dos EUA explicando a manifestação. O vídeo está em inglês e você pode conferi-lo abaixo:

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Fotos: @PatJRiley/Twitter/Reprodução


João Vieira
Com seis anos de jornalismo, João Vieira acredita na profissão como uma ótima oportunidade de contar histórias. Entrou nessa brincadeira para dar visibilidade ao povo negro e qualquer outro que represente a democracia nos espaços de poder. Mas é importante ressaltar que tem paixão semelhante pela fofoca e entretenimento do mais baixo clero popular.

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