Fotografia

Fotos mostram como deitar em uma rede pode ser um esporte radical

por: Vitor Paiva

Delicioso suporte para relaxamento, descanso, cochilos ou mesmo uma noite de sono, a rede é mais do que um mobiliário no Brasil: é parte da nossa própria história e identidade. A interação entre as redes e a natureza é, por aqui, algo natural, desde as populações indígenas até as populações do interior do país, que usam as redes diariamente como um elemento importante das casas, ocas e do descanso do brasileiro. Uma matéria da National Geographic recentemente revelou, no entanto, que muita gente vem usando a rede de forma extrema – como quase um relaxado e descansado esporte radical.

Sobre as águas, entre fissuras de gelo, pendurada em imensas árvores ou a alturas abismais, o uso das redes mostradas na matéria da NG chega a ser vertiginoso. Delicioso e assombro, relaxado e, ao mesmo tempo, tenso, as fotos mostram um curioso e paradoxal sentimento: deitar em uma rede pode ser ao mesmo tempo o paroxismo do relaxamento e uma atitude de coragem e bravura.

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© fotos: National Geographic


Vitor Paiva
Escritor, jornalista e músico, doutorando em literatura pela PUC-Rio, publica artigos, ensaios e reportagens. É autor dos livros Tudo Que Não é Cavalo, Boca Aberta, Só o Sol Sabe Sair de Cena e Dólar e outros amores.

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