Debate

Oradora da turma tem microfone cortado ao falar de assédio em discurso de formatura

por: Redação Hypeness

O machismo e a violência contra a mulher permanecem como um dos principais problemas da sociedade. Diferente do que se pensa, mesmo em espaços de educação como as universidades, estas ainda são práticas comuns.

Nós noticiamos aqui no Hypeness que no Brasil 13% dos universitários já cometeram violência sexual contra a mulher. Nos Estados Unidos o cenário também preocupa, já que os mesmos 13% de estudantes disseram que estuprariam uma mulher caso não existissem consequências.

Mas não se engane, pois o machismo não se manifesta apenas em situações de violência extrema. Esta violência se faz presente nos mínimos detalhes, como em uma escola da Califórnia que cortou o microfone de uma formanda que discursava contra o assédio.

O machismo também está presente nas sutilezas

Lulabel Seitz resolveu aproveitar a oportunidade para denunciar o assédio sofrido dentro da sala de aula e a negligência da escola diante da agressão. A situação foi analisada pela instituição, porém o agressor nada sofreu e estava inclusive na plateia.

Lulabel, que disse ter se inspirado em Martin Luther King, contou que durante uma reunião ouviu da diretoria da Petaluma High School que se falasse sobre o tema seria censurada. “Eu não planejava falar especificamente sobre o meu caso e nem citar o nome do agressor porque ele continuava me ameaçando. Mas se eu não me levantasse contra a escola, quem faria isso?”, questionou ao BuzzFedd News.

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Foto: Reprodução/Instagram


Redação Hypeness
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