Inspiração

Depois de perder tudo para o rapa ambulante se comove com solidariedade

por: Redação Hypeness

O número de desempregados no Brasil está na casa dos 12,7%, isso quer dizer que cerca de 13 milhões de brasileiras e brasileiros estão sem renda. O índice de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza ou endividadas está cada vez maior.

Com este cenário a população recorre ao mercado da informalidade, que desde a instauração de uma das crises econômicas mais graves dos últimos anos, aumentou 2,9%. Entre as ocupações mais atingidas é a de vendedor ambulante.

Em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador é comum ver pessoas nos farois, dentro de ônibus e nas ruas literalmente se equilibrando para a sobrevivência. Entretanto as prefeituras dos municípios fazem linha dura contra este trabalho considerado pelas autoridades ‘ilegal’.

No fim das contas a solidariedade venceu

Desta vez quem sofreu foi um ambulante de Araxá, em Minas Gerais, que teve toda a sua mercadoria apreendida pelo chamado rapa. A ação de fiscalização da prefeitura foi cumprida por funcionários do Instituto de Planejamento e Desenvolvimento Sustentável de Araxá (IPDSA) e fez com que o homem perdesse tudo. Desesperado, o camelô ficou bastante emocionado e as imagens de seu desespero causaram grande comoção.

Para tentar atenuar os prejuízos de Jonathan as pessoas se uniram para fazer uma vaquinha. Os resultados foram expressivos e com a ajuda de todos o camelô conseguiu cobrir o rombo deixado pela apreensão.

“A mercadoria que os fiscais levaram a população me repôs financeiramente e ainda sobrou um trocado para comprar um chinelinho”, disse Jonathan ao MGTV.

O IPDSA se manifestou dizendo que não existe nenhum impedimento para que pessoas trabalhem nas ruas do município do Triângulo Mineiro desde que tenham alvará emitido pela prefeitura.

“A legislação do município de Araxá permite o comércio ambulante, desde que o ambulante tenha o alvará da Prefeitura, que ele comercialize o produto que consta no alvará e que ele se movimente ou seja, se ele é um ambulante, ele não pode ficar em um ponto fixo, a menos que ele seja protegido por lei, no caso de deficiência física, que permite que ele fique em um ponto fixo”, pontuou Ricardo Manoel, superintendente do instituto, Ricardo Manoel.

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Foto: Reprodução/MGTV


Redação Hypeness
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