Inovação

Partidos nanicos partem para a campanha no… Tinder!

por: Redação Hypeness

‘Oi, quer votar?’ Pode soar estranho, mas partidos de menor expressão estão recorrendo ao Tinder para divulgar suas ideias. As táticas são usadas como formas de enfrentar obstáculos em função do pouco tempo de propaganda no rádio e TV, além do baixo orçamento.

De acordo com matéria publicada no jornal El País, a presença de partidos políticos em campanha em um dos sites de relacionamentos mais acessados do país acontece de todas as formas. Enquanto decide se dá match ou não na pessoa, o usuário é interpelado por mensagens propondo novos rumos e a presença do jovem na política.

“A renovação de Brasília tem 37 anos, é um gestor premiado e tem muita disposição para fazer um #novoDF”, diz o perfil de Alexandre Guerra.

Veja só, os políticos estão em campanha no Tinder!

Ao aceitar conversar com a figura, não pense que vai poder ter uma consulta particular com o político. O máximo que acontece é o início de um bombardeio de mensagens dizendo os motivos para fazer de Alexandre, filiado ao Partido Novo, o novo governador do Distrito Federal. Assim, sem nem o convite para uma cerveja.

A presença política não se restringe apenas ao Tinder. O próprio Alexandre Guerra colocou seu rostinho sorridente no Grindr – aplicativo de relacionamentos para homens gays. Aqui pra nós, será que seu Partido Novo está pensando em diversidade?

Os meios podem ser antigos, entretanto com a abundância tecnológica dos dias de hoje, políticos do Brasil não estão mais reféns apenas do horário eleitoral gratuito. Certamente, você já se deparou com transmissões ao vivo no Facebook de candidatos, talvez, sem expressividade. Pois é, esta é a forma encontrada por eles para serem vistos.

A Justiça Eleitoral apresentou novas regras para a campanha deste ano. As propagandas eleitorais na rede só podem ser difundidas, caso estejam vinculadas aos sites de políticos, seus partidos e coligações.

Pode tudo, só não ofender a honra de terceiros, veicular fatos mentirosos ou fazer/dizer algo sem consenso. Criticar concorrentes é permitido e não é considerado pela Justiça como propaganda eleitoral.

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Foto: Reprodução


Redação Hypeness
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