Debate

Sempre Livre lança documentário para naturalizar a conversa sobre menstruação

por: Redação Hypeness

Naturalizar a menstruação enquanto tema e abandonar o sentimento de tabu que sempre rodeou o assunto é o compromisso que a marca de absorventes Sempre Livre assumiu como novo posicionamento. Para isso, a empresa convidou a FOX Lab, área de criação de conteúdo para marcas da FOX Networks Group no Brasil. A ideia é de justamente deslocar a menstruação das sombras cheias de pudor para o foco central.

Reunindo garotas da chamada Geração Z, o filme Nosso Sangue, Nosso Corpo, que conta a direção de Mariana Cobra, é justamente uma conversa franca e aberta sobre menstruação. Reunindo personagens diversos, o filme parte da menstruação para abordar outros tópicos do universo feminino, como sexualidade, crenças, família, progresso e direitos femininos. Natalia, uma brasileira de 13 anos, a argentina Candela Abril, de 18 anos, a indiana Aranya Johar, de 18 anos, e as sul-africanas Luciana Fasani, de 19 anos, e Miche Williams, de 18, são as personagens que conduzem o diálogo, misturando documentário com ficção em seus 52 minutos de duração.

A brasileira Natalia

“A necessidade de naturalizar a menstruação é global. Não importa de que país seja a menina, há falta de informação sobre a marca e estigmas de diferentes tipos que as impedem de progredir. Por isso, o caráter universal ao documentário, primeiro projeto global do FOX Lab”, afirma Wladimir Winter, diretor do FOX Lab.

“Parte da campanha de nosso novo posicionamento global, Sempre Juntas, o documentário contribui para naturalizar a conversa sobre a menstruação, mostrando que o tema é universal, não importa a cultura, o país, crenças ou contexto social.  Pode, também, mobilizar e conectar as mulheres em todos os lugares do mundo que menstruam e que passam por processos físicos e emocionais similares”, afirma José Cirilo, diretor de Marketing da Johnson & Johnson Brasil.

A sul-africana Miche

A sul-africana Luciana

As meninas que participam do filme ilustram a universalidade do tema: além de serem de países diferentes, Miche sonha em ser atriz, Candela foi expulsa de sua escola por ter colado absorventes pintados de vermelho na lousa, Aranya é poeta, Luciana mantém uma relação mística com o corpo, enquanto Natalia quer ser modelo. O traço que as une é mesmo a feminilidade, a relação com seus corpos e o discurso forte e afirmativo sobre o tema.

Inicialmente Nosso Sangue, Nosso Corpo será exibido no canal FOX no Brasil, Argentina, Equador, Peru, Paraguai e Uruguai. Algumas ações digitais com influencers estão previstas para a divulgação do filme, especialmente com o lançamento de seu site. O filme também poderá ser visto no canal da FOX no Youtube.

A argentina Candela

A indiana Aranya

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© fotos: divulgação


Redação Hypeness
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