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Viajamos para Alemanha para conhecer a flor do lúpulo e a fabricação da nova Skol Hops

por: Redação Hypeness

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A essência de uma das bebidas mais amadas e consumidas do mundo é simples e poeticamente uma flor. Para alterar seu sabor, é preciso conhecer, experimentar e, como um alquimista, misturar essa flor em suas tantas possibilidades, a fim de encontrar o aroma e o gosto mais perfeito e desejado, e com isso criar uma variação dessa bebida que é hoje um símbolo dos hábitos brasileiros: a cerveja. Foi para conhecer a essência de sua nova cerveja, desde a plantação até o resultado final, que a Skol convidou o Hypeness para ir a Wolnzach, uma cidade a uma hora e meia de Munique, na Alemanha, onde é produzido um dos lúpulos da Skol Hops, seu novo lançamento.

A Skol Hops é feita com quatro lúpulos – três americanos e um alemão. Foi essa variação da planta que nos foi apresentada, em uma viagem corrida porém cheia de cheiros, sabores e mergulhos na história e fabricação da cerveja. O cronograma era intenso, para que pudéssemos vivenciar com detalhes a fazenda de lúpulo da Ambev na Alemanha, acompanhar o processo e enfim conhecer os detalhes da Skol Hops e de outras atrações da região.

Chegamos em Munique na quinta de tarde, e o tempo era curto. Deixamos as bagagens no hotel e fomos comer no bar da Franziskaner, uma cerveja alemã da Ambev. A deliciosa comida alemã nos foi servida acompanhada de muita cerveja, que daria o tom de toda a viagem. Mas não podíamos exagerar, afinal o dia seguinte começaria cedo – e assim foi.

Logo pela manhã de sexta-feira partimos para conhecer algumas cervejarias da região. A ideia era saber do processo de feitura das cervejas locais, em especial das típicas cervejas de trigo alemãs – e, para isso, visitamos algumas marcas que não são ligadas à Ambev, mas que representam esse processo. Na cervejaria Schneider Weisse, nos encontramos com um grupo de mestres cervejeiros do mundo todo, em especial dos EUA e da Europa. Entre os mestres havia três cervejeiros da Ambev – um deles, brasileiro, que nos acompanharia em nossa saga rumo ao lúpulo Monroe, a tal flor alemã que compõe o sabor da Skol Hops.

O grupo nos levou em seguida até a Weltenburger Kloster, a mais antiga cervejaria de abadia do mundo. Funcionando desde 1050 e localizada à beira do Rio Danúbio, a história conta que os padres utilizavam a própria água do rio para sua fabricação. Em seguida, uma rápida visita ao Museu do Lúpulo encerrou as atividades do dia – e a correria seguia intensa. Era preciso descansar, pois no sábado, enfim, que visitaríamos a fazenda da Ambev – e que seríamos apresentados ao lúpulo Monroe, a grande estrela da viagem.

O museu

A Ambev possui quatro fazendas de lúpulo no mundo: nos EUA, na África do Sul, na Patagônia e na Alemanha. Praticamente todas as cervejas brasileiras da empresa são feitas com o lúpulo produzido em Wolnzach, pois o Brasil não produz a planta – ela precisa ser plantada em regiões de intenso inverno.

Trata-se de uma das plantas que mais rápido crescem no mundo, chegando a sete metros de altura, mas ainda assim, e por conta do inverno, ela só é colhida uma vez ao ano.

A produção, portanto, é imensa, e precisa dar conta do oceano de cerveja produzido e consumido em todo o mundo. Fomos à fazenda para conhecer todo o processo: da plantação, passando pela colheita, o rigoroso processo de filtragem que separa a flor do lúpulo de seu caule, a secagem, compostagem, até que o lúpulo vira uma espécie de pellet – como uma ração, para ser usado finalmente na feitura das cervejas.

Existem mais de 200 tipos de lúpulo, e só na fazenda da Ambev na Alemanha 32 tipos são produzidos. Há, na fazenda, o principal centro de ciência, tecnologia e pesquisas com cerveja do mundo, e lá outras dezenas de sabores experimentais são desenvolvidos – onde tipos de lúpulos são cruzados para se chegar a novos paladares e aromas.

O centro é do governo alemão, mas diversas marcas, incluindo a Ambev, subsidiam e trabalham no centro. Depois de acompanhar todo o processo, enfim a Skol Hops nos foi apresentada. A expectativa era alta, mas a bebida se saiu muito bem.

O momento em que provamos a Skol Hops

Trata-se de uma Skol puro malte, bastante “lupulada”, com o sabor de uma IPA, sendo, porém, uma pilsen. Assim, a cerveja mantém sua leveza, sua drinkability, mas sem deixar de ser uma bebida leve, refrescante, perfeita para o verão. O sabor do lúpulo está lá, mas por ser puro malte, ela estufa pouco, e mantém a facilidade típica da Skol. Tal qual a flor que lhe fabrica, a Skol Hops é delicada e, ao mesmo tempo, intensa – uma cerveja saborosa e densa, mas que não abre mão de ser uma cerveja popular e acessível. Devidamente aprovada – e saboreada, no local mais adequado possível: a sua própria fazenda, onde ela nasce e é criada.

O domingo foi um dia descanso e passeio, pois já voltaríamos para o Brasil no dia seguinte. Conhecemos melhor Munique, visitamos o estádio do Bayer como típicos turistas, mas já nos preparamos para a viagem de volta, com aquela deliciosa sensação de missão cumprida. Cruzamos o oceano para conhecer uma flor, e assim saber um pouco mais do incrível sabor que ela nos proporciona.

Lúpulo – A Alma da Cerveja – Skol Hops

Você sabia que o lúpulo pode ser considerado a alma da cerveja? Fomos conhecer a produção desse ingrediente essencial. Lá na Alemanha. 🍺

Posted by Hypeness on Wednesday, September 19, 2018

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© fotos: divulgação/Hypeness


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