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Bem-vindos ao futuro do futuro: Visitamos o Laboratório de Inovação da IBM

por: Rafael Rosa

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Existe um lugar em Nova Iorque onde o futuro está mais perto do presente. Um lugar que estimula a ideia de que inovação não é uma palavra, mas uma meta, e tecnologia não é um produto, mas uma ferramenta. Esse lugar tem nome, e chama IBM Thomas J Watson Research Center. É nesse centro de pesquisa que a IBM investe mais de 6 bilhões de dólares todo ano para se tornar pioneira em descobertas científicas nos mais disruptivos tipos de tecnologia.

Fomos convidados para dar um rolê no centro de pesquisas e entender um pouco mais como a IBM está tentando construir o futuro do futuro.

Em 2013, cientistas responsáveis pela descoberta de um novo método de cirurgia a laser receberam do então presidente Barack Obama a National Medal of Technology, prêmio voltado para tecnologia de maior prestígio nos Estados Unidos, marcando a décima vez que a IBM recebeu essa honra.

O IBM Thomas J Watson Research Center é o carro chefe da área de pesquisa da IBM, concentrando os esforços e resultados de doze laboratórios espalhados por seis continentes. Dentro dos campos de atuação, os cientistas trabalham para entender e resolver alguns dos problemas mais complexos do mundo, além de identificar oportunidades para o desenvolvimento de novas tecnologias como computação quântica, blockchain, semicondutores e inteligência artificial. E em se tratando de inteligência artificial, não dá para deixar de mencionar o Watson.

Watson é um dos exemplos de IA da IBM. Apesar da confusão de muita gente, ele não possuiu uma forma física, não é um robô ou um supercomputador, mas sim uma plataforma na nuvem, que foi desenvolvida seguindo um conceito simples e poderoso: negócios para profissionais. Esse tipo de tecnologia vem ajudando empresas a melhor entenderem a experiência de seus clientes, além de oferecer soluções mais inteligentes, rápidas e seguras.

As possibilidades são infinitas, já que o Watson é uma inteligência artificial, e toda inteligência artificial é construída no princípio de Machine Learning. Isso significa que quanto maior é a base de informações que alimenta a plataforma, melhor ela aprende como melhor organizar e utilizar essas informações. O vídeo abaixo pode ajudar você a entender um pouco mais sobre isso.

Indo contra a corrente daquela velha ideia de que as coisas chegam atrasadas no Brasil, o Watson já está sendo utilizado por diversas empresas para construir experiências inovadoras. O Boticário, por exemplo, utilizou a IA para a criação de uma nova fragrância, o Bradesco usou para implementar um chat interno que responde perguntas dos funcionários sobre processos e produtos internos para melhor atendimento dos clientes e a Pinacoteca de São Paulo, no projeto ‘A Voz da Arte’, usou computação cognitiva para tornar o passeio ao museu ainda mais interativo e personalizado.

Tantas aplicações diferentes em segmentos tão distintos mostram o quanto essa tecnologia já é parte essencial do mercado, e o quanto espaço ela ainda tem para evoluir. Junto com Watson, a IBM foca em inovação porque sabe que pensar só no futuro é estar atrasado. Porque o futuro já está acontecendo. E para inovar de verdade, é preciso pensar o futuro do futuro. Conheça mais sobre o Watson no site.

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Rafael Rosa
Sócio/Diretor do Hypeness, criativo, publicitário e empreendedor. Acumulou mais de 10 anos de profissão na área de criação e como diretor de arte. Lidera o time Hypeness com foco em novos projetos editoriais e de branded content.

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