Inspiração

Eduardo Marinho diz porque ‘odeia’ o Natal: ‘Afeto é medido pelo preço do presente’

por: Vitor Paiva

O problema não é o dinheiro, mas sim a ambição, o egoísmo ou, em suma, o ser humano. É assim que o artista brasileiro Eduardo Marinho – um ex-bancário, estudante de direito, de origem abastada com uma incrível história de vida, que largou “tudo” por opção – começa sua fala a respeito do Natal, e sua crítica sobre o comportamento da sociedade diante do consumo. O vídeo foi postado no canal “Pensar com Liberdade”.

O artista Eduardo Marinho

A crítica vai não só ao Natal, mas a qualquer data comercial – como o Dia das Mães. “Você gosta da sua mãe? Então se endivide. Trate de comprar um presente caro pois o seu afeto vai ser medido pelo preço do presente”. Em seguida Marinho comenta sobre como as dívidas em banco aumentam nessas épocas – e sobre como tais mentiras são conduzidas pela publicidade.

O artista comenta que costumava manufaturar todos os presentes que oferecia, e como era visto como uma figura estranha por isso. O vídeo traz cerca de 5 minutos de sabedoria que pode parecer evidente, mas que ainda é um verdadeiro tabu, diante do domínio comercial em datas inventadas, que deveriam significar o afeto e o amor familiar – mas que lamentavelmente possui valor econômico majoritariamente.

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© fotos: reprodução/divulgação


Vitor Paiva
Escritor, jornalista e músico, doutorando em literatura pela PUC-Rio, publica artigos, ensaios e reportagens. É autor dos livros Tudo Que Não é Cavalo, Boca Aberta, Só o Sol Sabe Sair de Cena e Dólar e outros amores.

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