Inovação

Histórias tensas de quando o pacote de internet acabou na hora errada

por: Vitor Paiva

Provavelmente algo assim já aconteceu com você. Se não aconteceu, é melhor se preparar: em algum momento menos esperado, seu plano de dados irá acabar no momento em que você mais precisa. E aí, já sabe: Lei de Murphy, só acabam os dados nos momentos que mais precisamos.

Seja para pedir um táxi ou um carro, seja para se informar sobre algo, assistir um vídeo ou receber as direções para chegar a algum lugar, perder a conexão com a internet subitamente atualmente é como perder os sentidos.

Para ilustrar como algo que há relativamente poucos anos sequer existia pode se tornar parte fundamental de nosso dia a dia, coletamos alguns relatos de pessoas que passaram pela tensão de perder a conexão em momento em que a internet era de importância vital.

Perceber que seu plano de dados acabou é motivo sincero de pânico e o coloca em situações complicadas e – muitas vezes – engraçadas.

1. ‘O dia em que quase tive de dormir na rua’ – Vitor Grabowski, jornalista

“Essa história aconteceu há alguns anos, em uma madrugada de um sábado, em que quase tive que dormir na rua porque meu plano de dados havia acabado. Estava chegando de uma festa, vindo de carona com amigos, que me deixaram em frente ao meu prédio. Na época eu dividia meu apartamento com um amigo, que eu sabia que não estava em casa, e só voltaria na manhã seguinte.

Assim que me deixaram em meu endereço, quando fui buscar minhas chaves para abrir o portão do prédio, percebi que estava sem elas. Não tinha como entrar. Corri e gritei pela rua, tentando alcançar meus amigos no carro, mas foi em vão: vi eles dobrando a esquina e indo embora. Não tinha como ligar para eles, nem para meu roomate, para um chaveiro, para um táxi, nada. Pensei em retornar à festa, para procurar minha chave, e foi aí que a situação piorou ainda mais: não tinha dinheiro vivo, e para sacar algum dinheiro e pegar um táxi teria que cruzar alguns quarteirões às 5 da manhã para chegar até um caixa 24 horas. O cansaço e a insegurança me impediram. Sentei na frente do prédio, resignado e sem saber o que fazer.

Para minha sorte extrema, passados cerca de 20 minutos um vizinho conhecido chegou. Abriu a porta do prédio para mim, mas ele, é claro, não tinha a chave da minha casa. Mas ele tinha um celular com o plano de dados devidamente em dia, e eu pude ligar para o amigo que morava comigo. Apesar da hora, depois de 3 ou 4 tentativas ele me atendeu. Pedi um Easy Taxi pelo smartphone do meu querido vizinho, encontrei meu roomate – que estava em outro lugar – e que não só pagou a corrida como me pediu outro táxi para voltar pra casa.” 

2. ‘Meu filho pequeno na sala de espera – sem internet’ – Fernanda Ramos (atriz)

“Tinha que ir para a terapia certo dia e não tinha com quem deixar meu filho – o pai estava viajando, e não tive tempo de combinar com alguém de confiança para cuidar dele por pouco mais de uma hora. Não teve jeito, tive que leva-lo comigo. O plano era deixá-lo na sala de espera com a secretária de olho nele, mas com meu telefone e um fone de ouvido, para que ele pudesse assistir um desenho que pretendia ‘alugar’ no Youtube como distração.

Quando chegamos, atrasada que estava, fui colocar o desenho animado para o pequeno assistir, quando descobri que meu plano de dados havia acabado. Pânico. Não queria deixa-lo entediado por uma longa hora (especialmente para uma criança) sem nada pra fazer, mas tinha que entrar na sala de terapia. Quando percebeu a situação, a secretaria ofereceu o seu telefone para que ele pudesse assistir um desenho – e assim, eu pude fazer minha consulta e meu filho pôde assistir seu desenho tranquilamente enquanto me esperava.”

3. Na saída do show do Roger Waters sem poder ir embora – Mariana Fernandes (professora)

“Há pouco tempo, fui ao show do Roger Waters no Maracanã com uma amiga. Não queríamos perder nenhum segundo do show, por isso ficamos até que tivéssemos certeza de que o show havia mesmo acabado – de que não teria mais um bis. A multidão já havia tomado conta dos arredores do estádio, por isso decidimos esperar um pouco até enfim sairmos. Minha amiga, precavida, havia decidido não levar seu smartphone para o show, portanto contávamos com meu smartphone – e, consequentemente, com meu plano de dados – para pedirmos um táxi ou um carro para voltarmos pra casa.

Não queríamos pegar um táxi comum na rua, pelo preço e pela segurança, mas quando saímos do Maracanã, meu plano havia acabado – e havia diversos grupos já disputando pelos táxis disponíveis na rua. Angustiadas, começamos a nos resignar com a ideia de que teríamos que esperar por horas até conseguir um transporte pra casa, ou caminhar sozinhas até o ponto de ônibus ou a estação de metrô mais próxima, quando um casal ao lado, com quem pensávamos estar disputando por um táxi, percebeu nossa situação e nos ofereceu que dividíssemos com eles o carro que estavam pegando”.

4. ‘Perdido pelas ‘straten’ de Amsterdã sem saber onde era meu hotel’

“Sei exatamente o momento que decidi ser econômico no uso com o celular: na noite em que me vi sem internet, sozinho, sem saber o paradeiro do meu hotel em Amsterdã. Era uma noite quente de 2011: comprei um pacote de dados de internet para o meu smartphone, que, na época, tinha muito pouco de smart, efetivamente.

Lá estava eu, em viagem de férias – minha primeira da vida, aliás – num clube de jazz chamado Café Alto, que, pelo o que pesquisei por aqui, segue vivo na Korte Leidsedwarsstraat (holandês é uma sopa de letrinhas, né?). Música boa, várias canções brasileiras ao vivo num lugar que não tinha nada de turístico. Era eu, meu irmão, minha cunhada e muitos holandeses e moradores de Amsterdã. Chope vai, som vem, e lá pelas tantas meu irmão decide voltar. Nos despedimos e ele ganha a rua. “Falou! Se cuida ae”, me disse, obviamente num recado de irmão mais velho. “Beleza, falou!”. Bom, segui no jazz. Tempos depois, enfio a mão no bolso para ver que horas são e, BUM, o celular completamente inoperante. Acabaram os créditos e estava com o endereço do hotel apenas no e-mail. Bom, era hora do desespero. Mas, se eu já iria passar por essa mesmo, era melhor ficar até o final do show ao menos.

Sempre fui bom de memória e para guardar caminhos, mas acontece que as ruas de Amsterdã não são exatamente retas. Os nomes se alteram num sentido diferente ao nosso, com as ruas e vielas, por vezes, mudando de nome de forma estranha. Você está numa straat (rua em holandês) e, do nada, ela já tem outro nome. É uma sensação de estar num labirinto. Adicione aí o fato de que a cidade é absolutamente padronizada, dificultando a identificação e a memória. E que, por mais que a fama seja imensa, tirando o centro da ebulição dos coffee shops e do Red Light District, tudo é extremamente calmo e pacato, com quase ninguém nas ruas.”

Esses relatos nos mostram que, tanto em situações extraordinárias quanto em nosso mais recorrente cotidiano, perder o plano de dados pode significar um pequeno momento de caos e tensão. Só há mesmo um jeito de evitar tais situações sempre: escolhendo o plano certo. Para quem quer navegar muito numa velocidade até 10 vezes mais rápida, o Claro Pós é a pedida: essas vantagens são só o começo.

 

O plano oferece o dobro de internet para vídeos, filmes e séries: mais uma opção para você curtir o Youtube, o Netflix, o NOW! ou o Claro Vídeo em seu smartphone. Como se não bastasse, para pedir um carro, ouvir música, saber as direções de um lugar ou navegar e postar em suas redes sociais de preferência sem gastar sua internet, pois o uso dos apps Waze, Cabify, Easy Taxi, Facebook, Instagram, Whatsapp, Twitter e Claro Música é ilimitado. Com o Claro Pós é possível, portanto, se divertir, se comunicar, chegar onde se quer chegar com mais liberdade – e ainda evitar completamente os possíveis perrengues que se dão pela falta de internet.

A Claro tem vantagens do pré ao pós-pago. Uma rede novinha, com o 4.5G até 10x mais rápido e WhatsApp e ligações Ilimitados. E ainda Passaportes Américas Europa para navegar e falar no exterior como se estivesse no Brasil. E aí, tá dentro?

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© fotos: divulgação


Vitor Paiva
Escritor, jornalista e músico, doutorando em literatura pela PUC-Rio, publica artigos, ensaios e reportagens. É autor dos livros Tudo Que Não é Cavalo, Boca Aberta, Só o Sol Sabe Sair de Cena e Dólar e outros amores.

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