Ciência

É possível o amor durar uma vida inteira? A ‘ciência do amor’ responde

Vitor Paiva - 29/01/2019 | Atualizada em - 30/01/2019

Ao mesmo passo em que sonhamos com amores longevos, que durem para sempre e que nos tragam felicidade perpétua, sabemos bem que a realidade pode e costuma ser radicalmente diferente. A ciência hoje categoricamente afirma que a paixão, por mais avassaladora que seja, tem prazo de validade: um amor fulminante não passa, em sua força original, de 4 anos de duração. É, no entanto, também a ciência que sugere que, sim, para além de qualquer cinismo, o amor pode sim ser duradouro – e é isso que a psicóloga Sue Johnson defende.

Em artigo publicado no site Psychology Today, Sue afirma que o olhar fatalista sobre um amor sempre fadado a diminuir e desaparecer é um olhar datado sobre o tema. “Pela primeira vez na história humana nós entendemos o que o amor é e como molda-lo. Isso muda todas as probablidades da busca por um “amor verdadeiro” – um amor que dure”, escreve Sue, lembrando que efeitos químicos podem durar muito tempo, e que pesquisas mostram casais que ainda reagem com paixão intensa, mesmo estando juntos há 20 anos.

Uma dica ofertada por Sue é a manutenção de práticas sexuais frequentes e satisfatórias: esse é o primeiro passaporte para uma relação longeva. Outro fundamento científico para o amor durar se divide em três pontos: procurar o parceiro, abrir suas necessidades emocionais, assim como responder às necessidades do parceiro ou parceira. Conforto, segurança e conexão são palavras chave para resolver tal mistério, que se mantém instigante e surpreendente, há milênios, apesar da descrença sobre o próprio amor.

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© fotos: divulgação


Vitor Paiva
Escritor, jornalista e músico, doutor em literatura pela PUC-Rio, publica artigos, ensaios e reportagens. É autor dos livros Tudo Que Não é Cavalo, Boca Aberta, Só o Sol Sabe Sair de Cena e Dólar e outros amores.

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