Ciência

O que suor nos revela sobre as nossas emoções, segundo a ciência

por: Vitor Paiva

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Costumamos pensar no suor como um mero mecanismo de resfriamento do corpo – uma maneira que o corpo encontra para equilibrar sua temperatura quando a percebe elevada. Mas há muito mais informações que a transpiração pode nos oferecer de forma quase intuitiva, feito fosse uma forma do corpo se comunicar anterior à linguagem – e é isso que uma série de pesquisas já comprovou.

Além do poder de refrigeração, o suor também um importante meio de excreção para o corpo, através do qual elementos como amônia, proteínas, açúcares, potássio, bicarbonato, zinco, cobre, ferro e outros metais são eliminados do corpo. Mas a origem da transpiração, que pode se dar de pontos que vão muito além da temperatura somente, pode ser informada pela transpiração como uma verdadeira comunicação.

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Medo, vergonha, ansiedade, dor ou mesmo uma comida picante podem provocar suor – e, segundo pesquisas diversas em várias universidades, somos capazes, através do odor ou mesmo do aspecto visual, de identificar esses motivadores. Suores de medo provocam medo em quem os cheirou, assim como suores de nojo provocaram nojo em quem, na pesquisa, sentiu o cheiro dessa transpiração. Assim, o cheiro da emoção pôde ser sentido através do suor. Considerando que a comunicação verbal é algo relativamente novo na longeva história humana, faz sentido que o suor fosse também um meio de comunicação.

Muitas pessoas não podem nem pensar em situações de nervosismo que já começam a suar. Tensão, ansiedade e aí você já sabe: o resultado é suadeira pelo corpo. Quer proteção? Então, experimente o Rexona Clinical. Ele protege 3 vezes mais do que os antitranspirantes comuns.

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© fotos: divulgação


Vitor Paiva
Escritor, jornalista e músico, doutorando em literatura pela PUC-Rio, publica artigos, ensaios e reportagens. É autor dos livros Tudo Que Não é Cavalo, Boca Aberta, Só o Sol Sabe Sair de Cena e Dólar e outros amores.


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