Ciência

Suor nas mãos: Livro afirma que paixões fulminantes viciam, mas duram muito pouco

por: Vitor Paiva

A paixão seria semelhante ao vício em uma droga, como cocaína – que reduz nosso discernimento, nossa racionalidade e, em suma, nossa inteligência. A definição da médica Cibele Fabichak em seu livro ‘Sexo, amor, endorfinas e bobagens”, portanto, é inclemente. Segundo Cibele, o a paixão é de fato um sentimento avassalador, mas com prazo de validade curto: não dura mais do que quatro anos.

A autora Cibele Fabichak

Segundo a autora, o amor possui três fases, mostradas pela ciência: primeiro, o desejo e a busca pela satisfação sexual; segundo, o amor romântico ou a paixão; terceiro, a construção do vínculo duradouro – ou o amor propriamente dito. As etapas acontecem normalmente nessa ordem, mas não necessariamente – e nem sempre com a mesma pessoa. E, seja qual for a ordem, a paixão dura em média de 12 a 48 meses.

O livro de Cibele

“Para o cérebro, existe um limite da perpetuação disso, é fisiológico. Por mais que queiramos, o cérebro não consegue manter esse turbilhão de hormônios por muito mais tempo. É biológico, não tem como. A não ser que perpetue de forma patológica, transtorno obsessivo-compulsivo, amor patológico”, diz o livro. O tal vício nos leva a uma cegueira apaixonada, que não vê defeitos e criam pensamentos obsessivos. O amor, portanto, pode ser o mais delicioso dos sentimentos mas, como bem sabemos, está, entre endorfinas e bobagens, a um passo da doença.

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© fotos: divulgação


Vitor Paiva
Escritor, jornalista e músico, doutorando em literatura pela PUC-Rio, publica artigos, ensaios e reportagens. É autor dos livros Tudo Que Não é Cavalo, Boca Aberta, Só o Sol Sabe Sair de Cena e Dólar e outros amores.


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