Arte

Diretor de ‘John Malkovich’ resume história da maconha nos EUA em vídeo f*da de 2 minutos

por: Vitor Paiva

O que um dia foi normal tornou-se injustamente proibido, e agora finalmente volta a ser normal – um novo normal. Essa é a premissa da propaganda que o americano Spike Jonze dirigiu a respeito da história da maconha nos EUA.

O filme começa tão provocador e contundente quanto poderia ser: lembrando que alguns dos fundadores dos EUA – incluindo uma representação de George Washington, primeiro presidente do país – cultivavam a planta em suas fazendas.

George Washington em sua fazenda de maconha no vídeo de Jonze

A câmera passeia como que por um museu da história da maconha no país, e sai da fazenda de George Washington para lembrar que, se nesse passado a maconha era normal, o que não é normal são os “80 anos de proibição injusta nos EUA que não nos fizeram mais seguros” – e que provocaram punições tão duras quanto absurdas, como em condenações de até 25 anos de prisão por conta da planta.

Jonze, diretor de obras como Quero Ser John Malkovich, Adaptação, Ela e Onde Vivem os Monstros – além de uma das mais impressionantes coleções de videoclipes geniais – segue então lembrando os diversos sentidos importantes do uso da maconha, incluindo as tantas pessoas que a usam diariamente para diminuir a dor, o stress e a ansiedade.

O diretor no set, com o ator Jesse Williams

O que era um mercado clandestino é hoje um mercado global – gerando empregos e movendo milhões de dólares, que retornam em impostos para o estado investir no que é realmente importante.

Cenas da perseguição à maconha na campanha

A propaganda foi realizada para a MedMen, de cultivo e venda de maconha, celebrando, portanto, a volta do que um dia já foi normal, através da crescente onda de legalização da maconha – transformada hoje em um novo normal.

 

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© fotos: reprodução


Vitor Paiva
Escritor, jornalista e músico, doutorando em literatura pela PUC-Rio, publica artigos, ensaios e reportagens. É autor dos livros Tudo Que Não é Cavalo, Boca Aberta, Só o Sol Sabe Sair de Cena e Dólar e outros amores.

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