Ciência

Encontraram uma parte do cérebro afetada pelo Alzheimer que pode levar a novos tratamentos

por: Vitor Paiva

Toda e qualquer novidade descoberta a respeito de uma doença pode significar um novo campo de pesquisa e, assim, eventualmente de cura. É esse o caso da descoberta de uma nova pesquisa, realizada por pesquisadores da Universidade de Manchester, na Inglaterra, e publicada no Jornal Communications Biology, a respeito do Mal de Alzheimer.

A pesquisa descobriu alterações inesperadas no cerebelo, área que normalmente não se desgasta tanto em casos de Alzheimer. A mudança foi percebida em nível molecular, e a hipótese é de desenvolvimento de um tratamento que possa imitar o comportamento do cerebelo para amenizar ou mesmo curar o mal.

O cerebelo em destaque

A pesquisa se baseou em 9 cérebros que morreram de Alzheimer, em comparação com 9 outros cérebros que morreram de outras causas. Através da pesquisa, 5,825 tipos de proteínas foram encontradas em seis regiões diferentes do cérebro. É esse o banco de dados que pode servir de base para o desenvolvimento de novos tratamentos.

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© fotos: divulgação


Vitor Paiva
Escritor, jornalista e músico, doutorando em literatura pela PUC-Rio, publica artigos, ensaios e reportagens. É autor dos livros Tudo Que Não é Cavalo, Boca Aberta, Só o Sol Sabe Sair de Cena e Dólar e outros amores.

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