Inspiração

Leiliane, a heroína do acidente com Boechat, consegue tratamento para doença rara

por: Redação Hypeness

A vendedora Leiliane Rafael da Silva, 28, tem se destacado no noticiário nesta semana por ter tido a bravura de socorrer uma das vítimas do acidente de helicóptero que matou Ricard Boechat na última segunda-feira (11), aos 66 anos, em São Paulo. Ela chegou a ser retratada como a Mulher-Maravilha em uma homenagem em quadrinho e ainda teve a humildade de dizer que sente “que poderia ter feito mais”, como você pode ler no Hypeness.

A repentina visibilidade de Leiliane na mídia trouxe ao conhecimento público a rara condição médica que tem, Malformação Arteriovenosa (MAV), diagnosticada em novembro de 2018, pouco tempo depois de dar à luz a filha caçula. Esta história foi contada pelo Balanço Geral, da Record, e logo uma mobilização para ajudar a vendedora foi articulada nas redes.

E deu certo: ela conseguiu tratamento.

Por meio da equipe do programa, Monique Neves, da ONG Amáveis, especializada no acolhimento e tratamento de pessoas com MAV, foi em busca de ajudar Leiliane. A vendedora desempregada e mãe de família disse em entrevista ao programa que, o atendimento proporcionado pelo SUS (Sistema Único de Saúde), tem sido insuficiente para o tratamento.

Embora por enquanto não esteja claro que o caso de Leiliane é cirúrgico, a ONG garante o tratamento.

A Malformação Arteriovenosa (MAV)

G1 investigou e levantou que esta rara condição médica é causada por “defeitos no sistema circulatório, uma anormalidade vascular, que atinge principalmente o cérebro”. Os principais sintomas são dor de cabeça crônica, hemorragia, convulsões, tontura e perdas de coordenação motora e de memória.

“A doença pode ser tratada com cirurgia transcraniana; tratamento endovascular por cateterismo e radiocirurgia (radiação atinge exclusivamente o tecido cerebral doente)”, informa o site.

“O primeiro hospital chegou a chamar minha família e falar que eu tinha um tumor cerebral maligno e que eu não tinha chance de vida”, afirmou Leiliane ao G1.

Mas, no que depende dela – que inclusive declina o título de “heroína”, pois acredita que não fez mais do que sua obrigação -, sua força de vontade vai ser aplicada à dedicação no tratamento.

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