Debate

Gamers respondem associação de massacre a videogames feita por Mourão

por: Redação Hypeness

Publicidade Anuncie

Hamilton Mourão (PRTB) associou o massacre de Suzano aos jogos de videogame violentos. A declaração do vice-presidente na tarde de terça-feira (13) provocou reações, inclusive a criação da hashtag #somosgamersnaoassassinos, que permanece entre os assuntos mais populares no Twitter.

“Hoje a gente vê a garotada viciada em videogames violentos. Só fazem isso. Quando eu era criança jogava bola, soltava pipa e jogava bola de gude”, disse o vice de Bolsonaro aos repórteres.

Entre críticas e falas endurecidas, usuários lembraram de uma pesquisa feita pela Universidade de Oxford descartando o link entre violência juvenil e videogames.

Mourão enxerga relação entre jogos violentos e o massacre de Suzano

“A ideia de que videogames violentos incitam agressões no mundo real é popular, mas isso não foi muito bem testado com o passar do tempo”, explicou o professor Andrew Przybylski – diretor de pesquisa do Oxford Internet Institute.

– Atiradores de Suzano teriam buscado aconselhamento na ‘darkweb’ antes de atentado

– Bullying, abandono e saúde mental: os verdadeiros responsáveis pela tragédia de Suzano

– Número de armas deve triplicar no Brasil em 4 anos

A formatação do estudo liderado por Andrew analisou relatos de jones e registros e parentes e cuidadores para, em seguida, determinar o nível de agressividade de cada pessoa.

Os pesquisadores, por outro lado, dizem que a ausência de relações substanciais não impedem a ocorrência de situações violentas provocadas por irritação do jogador.

Publicidade Anuncie

Foto: EBC


Redação Hypeness
Acreditamos no poder da INSPIRAÇÃO. Uma boa fotografia, uma grande história, uma mega iniciativa ou mesmo uma pequena invenção. Todas elas podem transformar o seu jeito de enxergar o mundo.

Branded Channel Hypeness

Marcas que apoiam e acreditam na nossa produção de conteúdo exclusivo.



X
Próxima notícia Hypeness:
As pessoas estão entregando suas armas após massacre na Nova Zelândia