Arte

10 rainhas do expressionismo abstrato que você precisa conhecer

por: Redação Hypeness

Eu aposto que você já ouviu nomes como Arshile Gorky, Jackson Pollock ou Philip Guston. Considerados expoentes do expressionismo abstrato, estes artistas tinham muito talento, mas talvez não fossem tão famosos caso nascessem mulheres. O site Arte|Ref resolveu corrigir essa pequena injustiça histórica e listou 10 rainhas que esbanjavam talento e faziam parte do mesmo movimento artístico que os machões citados acima.

Na lista, artistas como a talentosa Lee Krasner, que o tempo fez com que ficasse conhecida como “a mulher de Pollock“, embora suas obras pudessem ser consideradas mais sofisticadas do que as do companheiro.

Confira outros nomes femininos que merecem ser lembrados quando se fala em expressionismo abstrato.

Louise Nevelson

A escultora russo-americana ficou conhecida por suas fascinantes peças de madeira monocromáticas. Nascida em 1899, ela fez sua primeira exibição solo em 1941 e, posteriormente, seu trabalho foi exposto na 31ª Bienal de Veneza, como lembra o Tate Museum.

An American Tribute to the British People, de Louise Nevelson © ARS, NY and DACS, London 2019

Mary Callery

Conhecida por suas esculturas em expressionismo abstrato, seu trabalho foi exibido em mais de 20 exposições. Participou do movimento artístico da New York School entre as décadas de 40 e 60.

Esculturas de Mary Callery. Foto via

Mary Abbott

Uma artista do expressionismo abstrato dos anos 40 e 50, capaz de pintar quadros a óleo com cores impressionantes. Seu trabalho começou a ser exposto nos anos 50 e, na década de 70, a artista se tornou também professora na Universidade de Minnesota.

Pintura sem título, de Mary Abbott. Foto: Vallarino Fine Art

Agnes Martin

Nascida no Canadá, Agnes Martin imigrou para os Estados Unidos em 1932, sonhando em se tornar professora, segundo o MoMA. Sua carreira de fato iniciou após sua formação em ensino de artes, quando passou a se dedicar à pinturas abstratas representando formas orgânicas.

With My Back to the World, quadro de Agnes Martin. Foto: MoMA

Perle Fine

Os trabalhos de Perle Fine começaram a ser reconhecidos nos anos 50, embora suas obras já tivessem ganhado destaque em exposições no Guggenheim Museum, no início da década de 40. À época, Perle foi uma das poucas mulheres a alcançar este reconhecimento.

Obra de Perle Fine. Foto via

Lee Krasner

Sim, ela ficou famosa por ser casada com Jackson Pollock, mas é só olhar o trabalho de Lee para perceber seu talento. Tanto é que os dois se conheceram durante uma exposição na Galeria McMillen e Krasner ficou intrigada com o “desconhecido” com quem dividiu a mostra. Depois de casar, no entanto, a carreira da artista acabou ficando em segundo plano no relacionamento.

Obra de Lee Krasner. Foto via

Anne Ryan

Poeta e artista visual, Anne começou a pintar em 1938 e sua primeira exposição solo veio apenas três anos depois, mostrando o grande potencial de sua arte.

Número 7, de Anne Ryan. Foto via

Dorothy Dehner

Apesar de esculpir figuras abstratas, Dorothy sempre costumava incluir referências à natureza em suas obras. Sua inspiração vinha de longas viagens, elementos da natureza e livros.

Looking North F, de Dorothy Dehner © Dorothy Dehner Foundation for the Visual Arts

Joan Mitchell

Mesmo que grande parte de sua carreira tenha se desenvolvido na França, Joan Mitchell forma parte do movimento expressionista abstrato americano. Ela foi uma das poucas artistas da época a conquistar tanto a crítica quanto o público e suas pinturas podem ser vistas até hoje em diversos museus pelo mundo.

Yves, de Joan Mitchell © Estate of Joan Mitchell

Helen Frankenthaler

Membro da American Academy of Arts and Letters, Helen tinha um trabalho que transitava entre o movimento Color-Field e o expressionismo abstrato.

Freefall, de Helen Frankenthaler. Foto: Helen Frankenthaler Foundation

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Redação Hypeness
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