Matéria Especial Hypeness

5 motivos para adotar um cachorro adulto e 5 histórias de quem já fez isso | Adotar é Hype #7

por: Pedro Drable

Patrocinado por: Güd News

Se você ama cachorro, com certeza já passou pela experiência de ver uma ninhada de filhotes na internet e pensar em levar um amigo pra casa. E se esse novo amigo vier de um abrigo, onde vários doguinhos buscam um lar definitivo, você já está de parabéns!

Mas e se eu dissesse que o bem que você planeja fazer pode ser ainda maior? E se esse impulso te levasse a uma escolha que pode ser mais cômoda para você e ainda mais positiva para a causa dos animais de rua?

A resposta para essa questão é muito simples: em vez de se apaixonar por um filhote, que tal dar uma chance para um cãozinho adulto?

Talvez você não saiba, mas cães de abrigo a partir de dois anos de idade têm cada vez menos chances de serem adotados, em especial se eles tiverem algum problema de saúde, deficiência ou mesmo pelagem escura. O que não deveria acontecer, já que adotar um cão adulto tem um monte de vantagens!

Para mostrar os benefícios de dar uma chance a um cãozinho adulto, fizemos uma lista com 5 motivos para optar por eles em vez de adotar um filhote. E pra espantar de vez a sua preocupação com essa ideia, reunimos algumas histórias reais de adoção que vão inspirar você a olhar com outros olhos para a sugestão de adotar um doguinho mais experiente.

1. Adotar cães adultos pode ser mais econômico

Quem já teve a experiência de conviver com um filhote sabe como eles crescem rápido. Em três ou quatro meses, aquele bebezinho que mal sabia pular já está com o dobro do tamanho, comendo o triplo de comida. E dependendo do cão, mais 6 meses são o suficiente pro processo se repetir. O que significa comprar coleiras, guias, caminhas, peitorais, potes e, se for o seu estilo, roupinhas novas a cada etapa de crescimento. Um cão que já passou por todas essas fases pode ter todo o seu “kit canino” comprado uma vez só, já que ele não vai perder esses itens, a não ser pelo desgaste natural das coisas. Além dos objetos de uso do animal, cães adultos de abrigo costumam já ser castrados, vermifugados e vacinados, economizando mais um bom dinheiro em procedimentos médicos depois da adoção. 

2. Cães adultos são mais previsíveis que filhotes

Já desistiu de uma adoção porque ficou com medo do cachorro crescer demais? Pois é: um cão adulto vem com menos mistérios que um filhotinho. Além do porte, o temperamento de um cão adulto também já é mais previsível do que de um filhote. Dá pra saber se o animal é mais calmo ou mais agitado, se ele se dá bem com crianças ou outros cachorros e até se é mais obediente ou teimoso. Com sorte, seu cãozinho adulto pode até já ter recebido treinamento básico em um lar temporário, e chegar ensinado sobre coisas como onde fazer as necessidades, como se comportar com visitas e tudo mais. Claro: um cão no abrigo não se comporta exatamente do mesmo jeito que em uma casa só sua. Mas enquanto filhotes podem desenvolver personalidades surpreendentes, adultos já estão mais “sedimentados” com seus comportamentos, e fica mais fácil de saber o que incentivar e o que corrigir com treino.

3. Em geral, cães adultos destroem menos

Se você tem medo de perder sapatos e móveis, um cão adulto é uma opção melhor que um filhote. Não dá pra ter certeza absoluta que um cachorro mais velho não vá destruir nada, mas é certo que um filhote passando trocando os dentes de leite pelos definitivos vai ter uma necessidade quase biológica de roer alguma coisa. E essas coisas podem ser desde os brinquedos que você der pra ele até o pé da sua mesa de canto novinha. Um cão adulto é a garantia perfeita de que nada na sua casa será mordido? Honestamente, não. Mas ter um filhote em casa é quase certeza de que isso vai acontecer em algum momento.

4. Adultos têm menos chance de adoção que filhotes

Se você pensa em adotar um cão de abrigo, não é só porque quer ter um bichinho em casa. E se a causa animal é importante para você, saiba que animais adultos, em especial os de pelagem escura, tigrada ou com alguma deficiência física, têm bem menos chance de adoção que os filhotinhos. Quando você dá um lar para um filhote abandonado, está fazendo um bem enorme para uma vida. Mas um cachorro adulto precisa ainda mais de você. E pode ter certeza: o animal vai demonstrar a gratidão de ter ganho um lar e uma família pelo resto da vida. 

5. Adultos desenvolvem o mesmo amor de um filhote

Talvez uma preocupação seja a ideia de que um cachorro adulto não vai ter o mesmo vínculo afetivo que um filhote criado desde cedo junto da família. É difícil argumentar com essa crença já que não dá pra medir amor: só dá pra sentir. Por isso, reunimos algumas histórias de tutores apaixonados por cachorros que foram adotados adultos. É a melhor forma de provar pra você que o amor entre um cão e a sua família não tem idade pra começar.

Dan Rocha e o Cati

“O Cati é meu sonho. Eu nunca quis ter filho humano, ele era meu sonho de filho canino.

Meu pai não queria cachorro, então quando me mudei comecei a pensar…

Tinha muito medo de adotar e fazer ele sofrer ficando sozinho no apê, aquelas coisas que se ouve por aí… Mas sabia também que ele seria muito mais feliz no apartamento, com segurança e amor, do que na rua ou num abrigo. Como eu não teria condições de passar pela adaptação de um filhote, optei em adotar um adulto. Nunca tive cachorro e não tinha parâmetros do que procurar, muito menos conhecimento, mas tinha na cabeça que ia identificar o dog certo… Entrei em grupos de ongs e cães abandonados do facebook, até que postaram o Zé, cara de coitado que só. Apaixonei! Ele não fazia xixi em casa, mudei toda a rotina de horários para sair, então saí do sedentarismo total! 

Com passeios, você conhece várias pessoas pelo caminho e aprende muitas coisas sobre dogs! Graças a Deus existe muita gente disposta a ajudar (se você deixar).

Ele era bem louquinho, curtia bater e correr, rolar na grama, tretar na rua… Solta pelos como se não houvesse amanhã. Mas foi um lord dentro de casa, não faz bagunça, não destruiu nada! Aprendemos juntos a ter controle e dar o que cada um precisava. Hoje eu sei que esse arrombado é minha alma gêmea, não é possível ser tão parecido comigo assim!”

Rafaela Sidrim e a Dolores

“A Dolores é oficialmente nossa filha desde o dia 01/06. Ela morava no Abrigo Juquitiba.

Eu faço parte de um grupo de apoio a ONGs e protetores chamado @animau.apoio, e trabalhei como voluntária numa feirinha de adoção dia 01/06 com os doguinhos do abrigo.

A “Bela” estava lá! A expectativa para a adoção dela era enorme, pois além de linda, ela é muito sociável e dócil. Realmente, muitos se interessaram por ela, mas nenhum consumava a adoção. A feira foi chegando ao fim, os cachorros ganhando famílias de amor, e a “Bela” ficando pra trás. Quando encerrou o evento, eu estava com ela no meu colo. Eu olhava para aqueles olhinhos tão cheios de ternura e pensava “não posso permitir que essa cachorra volte a morar num abrigo”. Eu já estava totalmente apaixonada por ela. Então mandei algumas fotinhos dela para o Vini na esperança dele se apaixonar também e deu super certo. A batizamos de Dolores pq já tínhamos alinhado que a Dorothy teria um dia uma irmã chamada Dolores. Dolores tem 2 aninhos, é um doce de cachorro, muito carinhosa, brincalhona. Já veio prontinha para completar nossa família. Não vai mais crescer, já tem uma personalidade definida e não vai destruir nossos móveis e sapatos pq essa fase já passou. Chegou em casa já fazendo xixi e cocô no lugar certo (a Dorothy que ensinou). E já tem até emprego! Ela é AUfitriã também no Aupê da Orelhuda junto com a Dorothy. Uma excelente funcionária, por sinal! Socializa direitinho com os hóspedes. Brinca com quem quer brincar e respeita aqueles que só querem ficar num cantinho em paz. Cachorro sem defeitos! Sem surpresas! E quem diria, está ajudando a Dorothy a ser mais confiante durante os passeios e eventos.”

Giselle Souza e o Fred

“Depois de 4 anos que meu primeiro cachorro morreu, nós decidimos adotar outro. Quando chegamos ao abrigo tinham muitos animais precisando de um lar. Alguns filhotes, mas a maioria adulto. Demos uma olhada e me apaixonei pelo Fred e por um dos filhotes. Percebi que o Fred estava meio pra baixo no meio dos outros, só ficava deitado no sol e não queria saber muito de brincar. Fomos saber mais sobre o ele e descobrimos que já tinha sido adotado antes, mas foi devolvido. Minha mãe queria levar o filhote porque tinha medo do Fred ser agressivo ou algo do tipo por ele já ser adulto e por não saber porque foi devolvido, então procuramos nos informar melhor. Ao perguntar, a moça do abrigo disse que ele era muito dócil e que já tinha sofrido muito. Ele veio da rua e chegou com sarna e alguns ferimentos. Depois de tratado ele havia sido adotado e devolvido duas vezes, mas nenhuma delas foi por causa de agressividade. Acabei levando ele pra casa porque achei que já estava na hora dele ter uma família e conhecer amor de verdade. Hoje digo com toda certeza que adotar o Fred foi a melhor decisão da minha vida! Ele é um amor, super dócil e cheio de personalidade! Nunca mordeu ninguém, nem mesmo de brincadeira. Ele só precisava de uma chance ♡. Ele é o maior amor da minha vida e o queridinho da família toda!”

Sol Souza e a Maya

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No meu lugar favorito 😍❤️

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“Maya foi encontrada pela ONG Paraíso dos Focinhos em setembro de 2017, se não me engano. Estava em uma caixa de feira, deixada para morrer. Toda coberta de machucados, cega, desnutrida e claramente tinha sido bastante violentada. Acharam que ela não iria resistir. Os veterinários cuidaram dela, castraram, deram as vacinas, tentaram ao máximo. Eles juravam que ela não iria andar pois estava muito machucada. Graças a Deus, ela se recuperou. No mesmo mês eu perdi minha avó de um acidente, do dia para o outro. Fiquei muito abalada, tínhamos uma conexão muito forte e me sentia muito sozinha. Pedi um cachorro para meus pais e queria adotar, sou contra a venda de animais. Foi então que falei com o pessoal do Paraíso e eles me falaram de uma feirinha que iria acontecer no final de Outubro. Me mandaram fotos de alguns cachorros, inclusive da Maya, mas queria decidir na hora. Então lá fui eu, dia 28 de Outubro de 2017, na feirinha do Paraíso dos Focinhos. Não sei porque, mas fui direto procurar a Maya, só queria conhecê-la, não procurei nenhum outro cachorro, nada. Cheguei perto dela, estava assustada, morrendo de medo das outras pessoas. Eram várias mãos pra ela cheirar e ela só cheirou a minha, me lambeu. Acho que naquele momento nós nos escolhemos. Maya já tinha 5 anos mais ou menos quando foi achada, é uma cadela extremamente medrosa, tem suas questões, mas foi a melhor coisa que me aconteceu. É minha filha, minha companheira pra todas as horas. Hoje, 2 anos quase após adoção, ela já melhorou muito da questão do medo de homens, outras mulheres também, cachorros e crianças! Ainda há muito o que melhorar, mas estamos indo aos poucos!”

Maria Frandalozo, Drika e Gaia

“A Drika foi um acaso não planejado. E desde quando um resgate é planejado?

Estávamos procurando um cãozinho perdido de uma amiga quando nos deparamos com Drika, nas ruas de Florianópolis em baixo de uma chuva intensa. Não tivemos dúvidas, abrimos a porta e ela pulou pro meu colo. Banho, nós desfeitos, vermifugada, vacinada e cheirosa, pronta pra sua família, que nunca imaginei que seria a minha. Por ser adulta, muitos viam nela só no fato de ser parecida com de raça e não viam que ela tinha seus traumas e medos da rua. Quando ela foi rejeitada pela segunda vez, não tive mais como negar que ela era minha e eu era dela.

E assim passaram-se 3 anos, até a vinda da Gaia. Uma cachorra tão especial que não cabe em texto. Foi abandonada na velhice por um sem coração que não soube dar amor e muito menos cuidados. Com ela descobrimos que câncer, problemas de pele e alergia não são nada comparados a alegria que ela trouxe para completar nossa família e quando a gente ama não há dinheiro que limite este amor”.

Bom, você já sabe, né? #AdotarÉHype.

Carinho, parceria, lambidas e muito, muito amor.

Nas horas boas ou nas horas ruins. Na caminhada em um dia de sol ou na cama curtindo o som da chuva do lado de fora. Uma coisa é certa: nossos dogs sempre estarão ao nosso lado.

Pensando sempre no melhor para você e seu dog, o Hypeness e a Güd querem entregar aquele tipo de conteúdo que enche o coração de fofura e paixão pelo seu melhor amigo.

Este conteúdo é um oferecimento da Güd, uma ração super premium, mais natural e deliciosa. Ou seja, tudo que seu pet merece… além daquele carinho na barriga que você está devendo. 

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Pedro Drable
Pedro Drable é publicitário e engajado na causa de animais de rua desde que adotou uma cadelinha chamada Dory. A história de superação dessa cadela sobrevivente de cinomose e seu dia a dia cheio de humor podem ser acompanhados pelo instagram @dorydalata. No mesmo Instagram, o publicitário lançou a Dalata, uma marca para amantes de pets que reverte um terço dos lucros para ajudar abrigos, protetores independentes e animais em risco.


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